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Dicas

Afinal, o que é a COVID-19 e como nos podemos proteger?

By Cátia Aguilar | 20/03/2020

Ultimamente, o tema mais falado em todo o mundo é o novo coronavírus, que provoca a doença COVID-19. Trata-se de uma doença infeciosa que foi identificada pela primeira vez em dezembro de 2019, na cidade de Wuhan, na China. Apesar de já ser conhecido, nunca tinha sido identificado em seres humanos.

Ainda há muitas coisas por descobrir sobre a COVID-19, mas já há uma série de informações que podemos partilhar consigo, para que se possa proteger a si e aos outros.

 

 

Como se propaga a COVID-19 e como podemos evitar a infeção?

 

Neste momento, muitos portugueses se encontram em isolamento, por questões de segurança. Esta é a melhor forma de evitar o contágio, uma vez que ainda não existe uma vacina preventiva disponível.

Como este coronavírus se espalhou muito depressa por todo o mundo, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que nos encontramos perante uma pandemia.

Uma pandemia é uma epidemia que se alastra ao mesmo tempo em vários países. Por sua vez, uma epidemia acontece quando uma doença ocorre com frequência invulgar numa determinada região e por um período limitado. Como já teve oportunidade de perceber, graças à COVID-19, encontramo-nos numa situação de crise global. Todos, sem exceção, têm sido afetados, incluindo os nossos pacientes, uma vez que, por questões de segurança, não podemos manter as nossas clínicas abertas.

Os médicos dentistas são dos profissionais da área da saúde que estão mais expostos, correndo um risco agravado de contaminação, pela forma como a COVID-19 atua.

 

A propagação

A fonte da infeção ainda é desconhecida, mas já sabemos que este coronavírus se transmite através do contacto com pessoas infetadas. A propagação dá-se através de gotículas do nariz e da boca provenientes de alguém que tenha COVID-19. Essa contaminação pode ser feita de 2 formas:

  • Direta – quando, através de um espirro ou tosse, as gotículas de uma pessoa infetada pousam em nós e as inalamos, ou quando entram em contacto com os nossos olhos, nariz ou boca;
  • Indireta – mesmo que não entremos em contacto direto com uma pessoa contaminada com COVID-19, caso esta tenha deixado gotículas em superfícies ou objetos onde, posteriormente, toquemos, podemos “transportar” o vírus até aos nossos olhos, nariz ou boca.

É por este motivo que, para evitar a infeção, devemos redobrar os hábitos de higiene, lavando frequente as mãos, para além de evitar tocar na cara (olhos, nariz e boca).

 

Os sintomas

Algumas pessoas são assintomáticas, o que significa que não apresentam sintomas. Esta situação é mais perigosa, porque as pessoas pensam que não têm COVID-19 e, afinal, são veículo de transmissão da doença. E, mesmo quando há sintomas, desde o contágio até que estes se manifestem, o período médio é de 5 dias, mas pode ir até 14.

Os sintomas mais frequentes são:

  • Tosse
  • Febre
  • Fadiga
  • Falta de ar, em casos mais graves, podendo levar a pneumonia

Outros sintomas menos frequentes são os vómitos, diarreia e dores no corpo.

 

Fortalecer o organismo

Há cuidados que devíamos ter sempre, mas aos quais damos mais atenção quando estamos em situações mais frágeis. Por isso, talvez esta seja uma boa altura para repensar os seus hábitos alimentares, de forma a que o seu organismo esteja preparado para lutar contra as ameaças exteriores e mais facilmente se livre de qualquer tipo de doença. Alguns cuidados simples, mas importantes, passam por:

  • Beber muita água;
  • Excluir alimentos com glúten, açúcar, caseína (proteína do leite) e outros elementos que inflamem o intestino;
  • Dar prioridade a alimentos orgânicos, sem aditivos e outros elementos tóxicos;
  • Incluir na alimentação diária legumes, vegetais de várias cores, gorduras saudáveis (ovos, peixes gordos do mar, sementes, frutos secos, azeite, abacate, óleo de coco, etc.).

Manter um estilo de vida ativo, praticando exercício físico – que consiga fazer em casa – também ajuda a manter um equilíbrio físico e emocional, livrando-se do stress, melhorando a qualidade do sono e permitindo que continue em forma!

 

 

Cuidado! Nem tudo o que tem ouvido dizer é verdade!

 

Infelizmente, para além de informações importantes e relevantes, também têm circulado outras que induzem as pessoas em erro e que são completamente falsas! Tenha muito cuidado, porque algumas delas até podem ser perigosas para a saúde.

 

Antibióticos

Os antibióticos não matam vírus, apenas bactérias. Uma vez que a batalha que estamos a travar é contra um vírus, não vamos conseguir combater o COVID-19 com antibióticos.

 

Termómetros

Não, os termómetros não identificam pessoas contaminadas pelo novo coronavírus. Como sempre fizeram, os termómetros medem a temperatura do corpo. E, mesmo que uma pessoa tenha febre, não significa que tenha COVID-19.

 

Distância

Há quem afirme que, através de espirros e tosse, o vírus pode “saltar” até 8 metros, mas essa informação não é verdadeira. No máximo, as gotículas atingem 1 metro, daí que seja essa a distância de segurança recomendada.

 

Encomendas

Graças a estudos feitos a outros coronavírus, descobertos antes da COVID-19, que este tipo de vírus tem um tempo de vida limitado, quando está em objetos. Por isso, com o tempo de viagem, o vírus deverá morrer até chegar a si.

 

Vacinas

Ainda não há uma vacina para a COVID-19, pelo que as vacinas contra a pneumonia ou outras doenças não têm qualquer utilidade para combater este vírus. Será necessário desenvolver-se uma vacina específica.

 

Alho

Ainda que seja um superalimento e de ter propriedades antimicrobianas, não há qualquer indício de que o alho combata a infeção deste coronavírus.

 

 

Mesmo longe, continuamos perto de si

 

No meio de tanta informação e contrainformação, há algo que é bem verdade: é importante que #FiqueEmCasa! Pode não ser muito fácil, mas é de extrema importância!

Mas apesar de termos as nossas clínicas fechadas, não nos esquecemos de si e de como a sua saúde oral é importante. Por isso, mesmo não podendo estar consigo fisicamente, arranjámos forma de o acompanhar e de esclarecer as suas dúvidas sobre saúde oral, à distância. Durante este período de quarentena, os nossos médicos dentistas podem falar consigo através de videochamada, para esclarecer dúvidas e ajudar a afastar receios que possam existir. Este serviço é seguro, online, não tem custos, e pode falar connosco no conforto do seu lar!

Fale com os nossos médicos dentistas. É online e sem custos!

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Conheça as 4 doenças que podem causar perda dentária!
By Pedro Guedes | 05/01/2021

Vivemos tempos em que, cada vez mais, as pessoas estão preocupadas em cuidar da saúde oral e em prevenir-se contra as doenças e os problemas que afetam a boca. Por isso, hoje falamos de um tema do interesse de muitos: as doenças que causam perda dentária.

Seja por que motivo for, deixar de procurar a ajuda dum médico dentista ou de estar atento a estas doenças pode colocar não só a saúde dos seus dentes em causa, mas também a de todo o corpo.

Por isso, é indispensável saber mais sobre determinadas doenças. Desta forma, salvará dentes, mas também o seu organismo como um todo.

Continue a ler este artigo para saber mais sobre as principais doenças que podem afetar a sua saúde oral e assim evitar que elas se possam tornar um problema, para si ou para as pessoas de quem mais gosta.

 

1 - Placa bacteriana

Não é uma doença, mas pode dar origem a várias! Nada mais é do que a acumulação de restos de alimentos nos dentes e na gengiva. Juntamente com as bactérias orais, solidifica e degrada os dentes.

Caso não seja removida e tratada, a placa bacteriana pode acabar por evoluir para uma cárie, doenças nas gengivas e cálculos dentários, que são algumas das doenças responsáveis pela perda dentária.

 

2 - Cáries

De certeza que conhece várias pessoas que têm ou tiveram cáries, ou até casos em que as cáries levaram à perda dentária!

As cáries estão entre as doenças orais mais comuns em todo o mundo. São causadas por bactérias e desenvolvem-se mais facilmente com a ajuda da placa bacteriana que, em conjunto, transformam os restos de alimentos em ácidos que corroem e destroem, parcial ou totalmente, as estruturas dos dentes.

Progressiva e perigosa, a cárie é uma doença infeciosa que além de poder causar perda dentária, pode provocar dores intensas, sendo necessário remover os nervos do local onde elas atuaram — tratamento de canal.

E o pior é que, se não forem tratadas, podem dar origem a doenças periodontais, muito mais sérias para o seu organismo. Entre as principais causas para a ocorrência das cáries estão uma alimentação rica em açúcar e o uso de alguns medicamentos, como os antibióticos.

 

3 - Periodontite

Cuidar das gengivas também é essencial para prevenir doenças que venham a causar perda dentária, já que são importantes estruturas de sustentação dos dentes.

Entre as doenças gengivais, a mais grave é a periodontite, que é um estado avançado de um quadro de inflamação nas gengivas e nos dentes, devido a uma gengivite que não foi tratada como devia.

Esta doença é fruto de uma infeção bacteriana nos ligamentos, ossos e tecidos que sustentam, apoiam e dão estrutura aos dentes, e podem provocar a perda dentária.

Os principais indícios de que pode ter uma periodontite são:

  • Mau hálito
  • Sensibilidade
  • Retração das gengivas
  • Sangramento das gengivas

 

4 - Diabetes

Surpreendido? Sim, a diabetes também pode afetar a sua saúde oral, porque a glicose em excesso no organismo compromete bastante as gengivas e os dentes, podendo levar à perda dentária.

O elevado nível de açúcar no sangue favorece que bactérias se acumulem nos dentes, o que pode causar vermelhidão e inflamação das gengivas, assim como ocasionar o surgimento de doenças periodontais.

Logo, para se ter a saúde oral em dia, é preciso ter atenção à quantidade de glicose do seu organismo e controlá-la.

 

Falta de manutenção de aparelhos ou Implantes Dentários

Apesar de não ser uma doença dentária, este é um facto importante quando falamos sobre a perda dentária: a falta de manutenção de aparelhos ou de Implantes Dentários.

Sem o devido cuidado e a realização de manutenções periódicas e regulares com o médico dentista, os pacientes que estão a fazer algum tratamento dentário podem vir a ter perda óssea ou dentária, devido à acumulação de bactérias na boca ou de problemas orais.

É preciso estar sempre atento à saúde oral para evitar que as doenças mencionadas lhe tragam dissabores. Além disso, é fundamental ter bons hábitos de higiene e saúde oral, como fazer uso do fio dentário, realizar diariamente a escovagem dos dentes e visitar regularmente um médico dentista, para que seja possível identificar doenças e problemas que causem a perda dentária.

Gostou do nosso artigo sobre as doenças responsáveis pela perda dentária? Então, partilhe-o com os seus amigos e familiares e continue a seguir o nosso blog, para se manter bem informado sobre as doenças e temáticas dentárias.

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7 mitos e verdades sobre os Implantes Dentários
By Letícia Beilfuss | 22/12/2020

A perda de um ou mais dentes pode causar diversos problemas nas nossas vidas, desde a insatisfação com a aparência, que pode prejudicar a nossa autoestima, até problemas e complicações com a nossa saúde. Hoje, para solucionar esse problema, temos à disposição a tecnologia dos Implantes Dentários, o que nos permite ter mais opções para além das pontes ou próteses dentárias removíveis.

No entanto, algumas pessoas hesitam em fazer este tratamento porque têm algumas dúvidas, medo da dor ou desconhecimento sobre ele. Descubra, agora, os mitos e as verdades sobre os Implantes Dentários:

1. Ao perder um dente, deve colocar um Implante o quanto antes — VERDADE

Com o passar do tempo, o osso do maxilar começa a ser reabsovido pelo organismo. Isso pode inviabilizar a colocação direta de um implante dentário, obrigando à realização de um enxerto ósseo.

 

2. O organismo pode rejeitar o Implante — MITO

O material de que, geralmente, são feitos os implantes dentários (titânio), é biologicamente compatível com o organismo humano. Isto significa que não existe risco de rejeição por parte do seu corpo.

 

3. É possível repor todos os dentes — VERDADE

Através de alguns tratamentos, como é o caso da Reabilitação Oral total Avançada (ROTA®), é possível restaurar todos os dentes.

 

4. Os Implantes Dentários só podem ser colocados nos idosos — MITO

Este tratamento pode ser realizado por qualquer pessoa com mais de 18 anos, idade em que termina o processo de formação dos ossos da face. No entanto, é realizado com mais frequência nos idosos porque, com o avançar da idade, a perda dentária começa a ser mais frequente.

 

5. Qualquer dentista pode colocar Implantes Dentários — MITO

Por ser um tratamento com alguma complexidade, é necessário que o procedimento seja realizado por um médico dentista expert em Implantologia Dentária.

 

6. As outras pessoas conseguem identificar facilmente que eu tenho Implantes Dentários — MITO

Uma das grandes vantagens dos Implantes Dentários e das próteses fixas é a sua semelhança com os dentes naturais, que são reproduzidos pelos protésicos com todos os pormenores, para que sejam fiéis à sua melhor imagem.

 

7. Os Implantes Dentários são muito caros — MITO

No Programa Nacional de Implantes Dentários temos preços acessíveis, comparativamente aos valores praticados no mercado, e temos condições especiais de pagamento, em prestações e sem recurso a entidades bancárias, motivo pelo qual temos ajudado inúmeros portugueses a melhorarem a sua qualidade de vida.

Comece hoje a mudar a sua vida e o seu sorriso!

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Médicos dentistas e a COVID-19: que riscos se corre?
By Cátia Aguilar | 02/11/2020

Se acha que já sabe qual é a relação entre os médicos dentistas e a COVID-19, ainda bem que veio aqui parar! Estudos recentes sobre a taxa de médicos dentistas infetados pelo novo coronavírus trouxeram uma nova perspetiva sobre o contágio nas clínicas de Medicina Dentária.

Para si, que tem receio de ir a uma clínica em tempos de pandemia, nada melhor que ler este artigo!

 

Os médicos dentistas e a COVID-19 andam de mãos dadas?

Desde o início da pandemia que se afirmou que os médicos dentistas e a COVID-19 tinham uma “relação próxima”, no sentido em que as clínicas de Medicina Dentária foram vistas como potenciais espaços de propagação do vírus. Mas um estudo recente vem dar-nos outra perspetiva, que facilmente se consegue perceber e fundamentar!

A Healthline — site americano sobre saúde — publicou um artigo sobre um estudo americano através do qual se pôde apurar que menos de 1% dos médicos dentistas em todos os EUA testaram positivo à COVID-19. Mas, afinal, os médicos dentistas e a COVID-19 não estavam tão relacionados?

Efetivamente, no início da pandemia, assumiu-se que os médicos dentistas eram dos profissionais mais expostos ao novo coronavírus, mas este estudo recente da American Dental Association contradiz esta conclusão precipitada. E é muito fácil perceber porquê!

Há várias décadas que as clínicas dentárias têm políticas rígidas de segurança e higiene e, tendo redobrado esses cuidados, em função das diretrizes da OMS (Organização Mundial da Saúde), as práticas de desinfeção ainda se intensificaram mais!

 

Deixar a saúde oral para depois é que prejudica a saúde geral

A American Dental Association tem comunicado publicamente que, mesmo durante a pandemia, é seguro ir às clínicas dentárias! E mais do que seguro, é essencial e ainda mais importante que anteriormente. Passamos a explicar!

A saúde oral sempre foi parte integrante da saúde geral. Não só porque ter uma cárie, dores de dentes, sensibilidade dentária ou outra doença oral nos faz sentir mal, mas também porque um problema dentário pode ser um sinal de outra doença (não necessariamente na cavidade oral) ou afetar a saúde geral. Alguns exemplos são as doenças cardíacas. Está provado que as bactérias que têm origem na boca “viajam” através da corrente sanguínea, até que se instalam em áreas lesionadas do coração, dando origem a inflamações.

 

Quem corre maior risco de contágio por COVID-19?

Comparativamente a outros profissionais de saúde, os médicos dentistas apresentam uma taxa de infeção pela COVID-19 muito mais baixa. Como explicámos acima, um grande fator para estes resultados são os hábitos de limpeza e desinfeção dos diversos espaços das clínicas. Mas ainda temos mais um dado relevante para os pacientes que frequentam as nossas clínicas: se há alguém que corre mais risco é o médico dentista e não o paciente!

Há muito tempo que os médicos dentistas utilizam máscara cirúrgica, óculos, luvas e outros elementos que evitam a disseminação da COVID-19. E, como sabemos, estas máscaras protegem, essencialmente, as pessoas com quem nos cruzamos e não a nós próprios. Ou seja, ao usar máscara, o médico dentista protege-o a si, não a ele próprio!

Segundo o Dr. Joel Gould, os médicos dentistas sempre tiveram uma grande preocupação em controlar infeções e foram pioneiros no uso de “precauções universais” para evitar a propagação de outros tipos de vírus.

 

As medidas de precaução nas nossas clínicas

Nas nossas clínicas, os médicos dentistas e a COVID-19 têm uma relação semelhante à dos profissionais americanos. Felizmente, continuamos a ter bons resultados, devido às medidas de segurança e higiene habituais, aliadas às orientações da OMS e DGS.

Apesar de falarmos aqui de um estudo americano, também na Europa, em Portugal e nas nossas clínicas em particular existem procedimentos semelhantes, o que nos permite afirmar que também aqui o risco é reduzido. Aliás, quem estará em risco, caso deixe de vir ao médico dentista, é a sua saúde oral e geral, porque uma visita periódica à clínica é fundamental para manter problemas de várias ordens à distância.

Não perca mais tempo e marque uma consulta de avaliação oral sem custos!