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implantes dentários

As dúvidas mais comuns em Implantologia

By Maria João Fernandes | 03/03/2020

São cada vez mais os portugueses que aderem à colocação de implantes dentários para substituição dos dentes em falta. No entanto, são ainda muitas as dúvidas relativas à origem e procedimento dos implantes dentários.

É por isso importante que antes de colocar implantes dentários, se informe sobre a segurança da técnica utilizada, e de que forma vão beneficiar a sua saúde oral a longo prazo. Aproveite e esclareça agora todas as suas dúvidas!

 

O que é um implante dentário?

O Implante é  uma estrutura de metal feita em titânio, compatível com o corpo humano. O implante dentário é um parafuso que é colocado dentro do osso, de forma a mimetizar uma raiz dentária. Sobre o implante é colocado uma coroa ou prótese fixa.

 

Até que idade se pode colocar Implantes dentários?

A idade ideal nas mulheres é a partir dos 18 anos e nos homens a partir dos 16, desde que tenham os ossos completamente formados. No entanto, a avaliação individual é importante para detetar qualquer tipo de contraindicações.

 

Colocar implantes dentários causa dor?

Não. A cirurgia de implantes é realizada sob efeito de anestesia local.

 

Quanto tempo dura um implante? 

O Implante dentário dura para o resto da vida. Por conseguinte, é de extrema importância a colaboração do paciente com hábitos de higienização oral, não tabágicos e de manutenção de forma a aumentar a longevidade dos Implantes.

 

Os implantes são 100% seguros para o paciente?

A taxa de sucesso correspondente à colocação de Implantes dentários situa-se entre 95 a 98% e os poucos problemas que podem surgir aparecem de forma isolada, como por exemplo, a má higienização, capaz de causar doenças periodontais (na gengiva) devido à acumulação de bactérias, exatamente como acontece com os dentes naturais, e não devido ao material ou à técnica utilizados.

 

É necessário fazer a manutenção dos implantes?

Quando se colocam Implantes dentários devemos efetuar um cuidado diário se queremos o sucesso do tratamento. Tal como com os dentes naturais é necessário escovar as próteses sobre implantes após cada refeição e passar o fio dentário ou o irrigador bocal junto aos implantes de forma a eliminar a placa bacteriana presente. São também necessárias consultas de controlo (de seis em seis meses) de forma a avaliar a saúde dos implantes colocados e poder fazer uma limpeza mais completa das próteses, bem como a manutenção das mesmas.

 

Quanto tempo dura a cirurgia de colocação de Implantes Dentários?

O tempo de cirurgia depende de vários fatores, mas, normalmente, no máximo 1 hora é suficiente para a colocação de um implante.  Se tivemos em conta uma ROTA (Reabilitação Oral Total Avançada nas duas arcadas), esta dura aproximadamente 3 a 4 horas.

 

Quais são as diferentes fases de um tratamento com Implantes Dentários?

As fases são 4 : Planeamento, cirurgia, reabilitação protética e manutenção.

O tratamento inicia-se, sempre, através de uma correta avaliação. Em seguida, o paciente passará por uma consulta pré-cirúrgica, onde será avaliado, tendo sempre a saúde geral em consideração. A intervenção, propriamente dita, é precedida de uma medicação pré-cirúrgica, reduzindo assim o risco de infeção e inflamação e de forma a evitar a dor pós-cirúrgica. Serão explicados, ao pormenor, os cuidados pós-operatórios e o paciente regressa a casa. Fará depois consultas de controlo, enquanto se aguarda a osteointegração. Começa então a fase protética, que termina com a colocação das coroas ou das próteses protocolos em caso de ROTA. Na última fase, é efetuada a manutenção, que consistirá num controlo anual na nossa clínica.

 

Porque é importante a consulta de avaliação?

A consulta de avaliação é fundamental no processo de reabilitação com implantes dentários. É nesta consulta que o paciente tem o primeiro contato com o médico e com o ambiente envolvente, sendo este contato muito importante para que haja uma familiarização com o médico, o espaço e com os passos a seguir no futuro tratamento. É nesta fase que o médico faz uma avaliação da cavidade oral do paciente e dos exames complementares de diagnóstico, possibilitando, desta forma, a elaboração de um plano de tratamento individualizado e adequado.

 

Quais as vantagens da colocação de implantes dentários para o dia-a-dia?

Os implantes são a solução protética que melhor se aproxima do dente natural. A função mastigatória, com este método, é restabelecida até 95%. Outros benefícios são o conforto estético e psicológico que a colocação de implantes possibilita ao paciente.

 

Os diabéticos podem colocar implantes?

Podem, se tomarem os devidos cuidados. Os pacientes diabéticos têm menos capacidade de suprimento sanguíneo o que se traduz numa maior dificuldade de cicatrização, verificando-se este fenómeno quando a doença não está controlada. Posto isto, é importante que o paciente perceba que estas limitações podem influenciar o tratamento e que não subestime a doença que tem, devendo assim ser regrado na medição dos níveis de glicémia e na toma da medicação antes, durante e após iniciar o tratamento com implantes.

 

Qual é a influência do tabaco neste tipo de tratamento?

O tabaco é uma influência negativa na reabilitação com implantes dentários.  Para que o implante se integre no osso e se mantenha, é necessário haver um bom porte sanguíneo. Este é dado, em grande parte, pelos pequenos vasos existentes na mucosa oral em redor do local implantado. Os produtos resultantes da combustão do tabaco vão danificando e destruindo estes vasos podendo levar à perda do implante.

 

Hoje em dia, não existem mais motivos para negligenciar a sua saúde oral.

Através do PNID, pacientes que perderam toda a sua dentição têm agora a oportunidade de restabelecer a estética e função mastigatória, recuperando a autoestima há muito perdida.

 

Dê hoje o primeiro passo para um novo sorriso e para uma vida nova!

 

 

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COVID-19
Médicos dentistas e a COVID-19: que riscos se corre?
By Cátia Aguilar | 02/11/2020

Se acha que já sabe qual é a relação entre os médicos dentistas e a COVID-19, ainda bem que veio aqui parar! Estudos recentes sobre a taxa de médicos dentistas infetados pelo novo coronavírus trouxeram uma nova perspetiva sobre o contágio nas clínicas de Medicina Dentária.

Para si, que tem receio de ir a uma clínica em tempos de pandemia, nada melhor que ler este artigo!

 

Os médicos dentistas e a COVID-19 andam de mãos dadas?

Desde o início da pandemia que se afirmou que os médicos dentistas e a COVID-19 tinham uma “relação próxima”, no sentido em que as clínicas de Medicina Dentária foram vistas como potenciais espaços de propagação do vírus. Mas um estudo recente vem dar-nos outra perspetiva, que facilmente se consegue perceber e fundamentar!

A Healthline — site americano sobre saúde — publicou um artigo sobre um estudo americano através do qual se pôde apurar que menos de 1% dos médicos dentistas em todos os EUA testaram positivo à COVID-19. Mas, afinal, os médicos dentistas e a COVID-19 não estavam tão relacionados?

Efetivamente, no início da pandemia, assumiu-se que os médicos dentistas eram dos profissionais mais expostos ao novo coronavírus, mas este estudo recente da American Dental Association contradiz esta conclusão precipitada. E é muito fácil perceber porquê!

Há várias décadas que as clínicas dentárias têm políticas rígidas de segurança e higiene e, tendo redobrado esses cuidados, em função das diretrizes da OMS (Organização Mundial da Saúde), as práticas de desinfeção ainda se intensificaram mais!

 

Deixar a saúde oral para depois é que prejudica a saúde geral

A American Dental Association tem comunicado publicamente que, mesmo durante a pandemia, é seguro ir às clínicas dentárias! E mais do que seguro, é essencial e ainda mais importante que anteriormente. Passamos a explicar!

A saúde oral sempre foi parte integrante da saúde geral. Não só porque ter uma cárie, dores de dentes, sensibilidade dentária ou outra doença oral nos faz sentir mal, mas também porque um problema dentário pode ser um sinal de outra doença (não necessariamente na cavidade oral) ou afetar a saúde geral. Alguns exemplos são as doenças cardíacas. Está provado que as bactérias que têm origem na boca “viajam” através da corrente sanguínea, até que se instalam em áreas lesionadas do coração, dando origem a inflamações.

 

Quem corre maior risco de contágio por COVID-19?

Comparativamente a outros profissionais de saúde, os médicos dentistas apresentam uma taxa de infeção pela COVID-19 muito mais baixa. Como explicámos acima, um grande fator para estes resultados são os hábitos de limpeza e desinfeção dos diversos espaços das clínicas. Mas ainda temos mais um dado relevante para os pacientes que frequentam as nossas clínicas: se há alguém que corre mais risco é o médico dentista e não o paciente!

Há muito tempo que os médicos dentistas utilizam máscara cirúrgica, óculos, luvas e outros elementos que evitam a disseminação da COVID-19. E, como sabemos, estas máscaras protegem, essencialmente, as pessoas com quem nos cruzamos e não a nós próprios. Ou seja, ao usar máscara, o médico dentista protege-o a si, não a ele próprio!

Segundo o Dr. Joel Gould, os médicos dentistas sempre tiveram uma grande preocupação em controlar infeções e foram pioneiros no uso de “precauções universais” para evitar a propagação de outros tipos de vírus.

 

As medidas de precaução nas nossas clínicas

Nas nossas clínicas, os médicos dentistas e a COVID-19 têm uma relação semelhante à dos profissionais americanos. Felizmente, continuamos a ter bons resultados, devido às medidas de segurança e higiene habituais, aliadas às orientações da OMS e DGS.

Apesar de falarmos aqui de um estudo americano, também na Europa, em Portugal e nas nossas clínicas em particular existem procedimentos semelhantes, o que nos permite afirmar que também aqui o risco é reduzido. Aliás, quem estará em risco, caso deixe de vir ao médico dentista, é a sua saúde oral e geral, porque uma visita periódica à clínica é fundamental para manter problemas de várias ordens à distância.

Não perca mais tempo e marque uma consulta de avaliação oral sem custos!

Saúde Oral
Prótese Fixa ou Implante Dentário Unitário: qual a melhor opção?
By Letícia Beilfuss | 30/10/2020

Se já procurou uma solução para substituir um ou mais dentes em falta, já deve ter se deparado com Prótese Fixa ou Implantes Dentários Unitários, certo?! Ambas são indicadas para que não se fique sem dentes, mas primeiro deve falar com o seu médico dentista para que ele avalie as suas necessidades. Saiba mais sobre cada uma dessas soluções.

 

Próteses Dentárias

As Próteses Dentárias são estruturas que podem ser fixas ou removíveis, podendo o paciente tirá-la e voltar a colocá-la sozinho e a qualquer momento. E há ainda as pontes. Conheça as particularidades de cada uma destas opções:

  • Próteses Fixas – também conhecidas como Protocolos Sobre Implantes, têm a função de substituir todos os dentes de uma arcada — ou das 2 — através da colocação de quatro ou mais implantes dentários, através de uma cirurgia. As próteses fixas têm o objetivo de restabelecer as funções orais do paciente;
  • Próteses Removíveis – São utilizadas em casos de perda parcial ou total de dentes. Têm como principal função devolver a função mastigatória ao paciente;
  • Pontes – As pontes são próteses dentárias construídas sobre um dente, com o objetivo de solucionar uma falha provocada pela deterioração dentária. Funcionam, precisamente, como uma ponte entre o espaço onde existem dentes em falta e os dentes adjacentes.

 

Implantes Dentários

Os Implantes Dentários são estruturas de titânio consideradas seguras e que, por serem biocompatíveis, não são rejeitados pelo corpo. São introduzidos no maxilar através de uma cirurgia oral. Este procedimento tem como objetivo principal a substituir as raízes que foram perdidas com a extração ou a queda de dentes. Posteriormente, é colocada uma coroa, que tem o aspeto e substitui a parte visível do dente.

Resumidamente, o implante dentário devolve a capacidade mastigatória e permite que comuniquemos naturalmente — processos que podem ser prejudicados com a falta de um ou mais dentes.

Os Implantes Dentários são uma ferramenta revolucionária na Medicina Dentária e trazem vários benefícios para a saúde e para a autoestima dos pacientes. Os implantes dentários são colocados com 2 fins principais:

  • Implante Dentário Unitário – o procedimento corresponde à fixação de um pino de titânio no local do dente perdido, no qual a coroa será colocada posteriormente;
  • Implantes Dentários para a colocação de Próteses Fixas – geralmente colocadas sobre 4 a Implantes Dentários, as próteses fixas são apropriadas para quem sofre de perda dentária severa ou tem muitos dentes deteriorados e que precisem de ser extraídos.

 

Prótese Fixa ou Implante Dentário Unitário: o que mais se adequa?

 

prótese fixa ou implante dentário

 

Os Implantes Dentários, quando bem cuidados, têm uma grande durabilidade! Com higiene oral adequada, podem durar a vida toda. E, como vimos, os implantes dentários tanto são colocados para unitários como para próteses fixas. Dependendo do seu caso, veja algumas caraterísticas de cada um:

  • Prótese fixa — como é fixa, o paciente sente mais confiança do que com uma prótese removíveis; é fácil de higienizar; é uma situação permanente, se o paciente tomar os devidos cuidados;
  • Implantes Dentários Unitários — com apenas um implante dentário o seu aspeto pode ficar completamente modificado; higieniza-se como um dente natural; recupera-se a autoestima.

 

Com o PNID, os Implantes Dentários são mais em conta

O PNID — Programa Nacional de Implantes Dentários tem uma equipa expert para realizar os melhores tratamentos de Implantologia Dentária, que permitem recuperar o seu sorriso, seja qual for a sua necessidade.  Todos os procedimentos das nossas clínicas são realizados de forma respeitosa e profissional. Além disso, garantem ao paciente tratamentos de Implantologia Dentária com mais de 95% de taxa de sucesso. Os Implantes Dentários, que são fixos e têm garantia vitalícia, tornam-se assim também seguros e de confiança.

Através do PNID, queremos que os nossos pacientes conheçam a ROTA® — Reabilitação Oral Total Avançada como a possibilidade de percorrerem uma trajetória que os leve a uma solução. Este é um processo que permite reabilitar o sorriso dos pacientes que sofrem de perda dentária grave e que, em muitos dos casos, já não têm a totalidade dos dentes.

Volte a sorrir mais depressa do que pode imaginar. Para isso, basta que entre em contacto connosco e marque a sua consulta de avaliação oral sem custos!

Saúde Oral
Sangrar das gengivas: quando me devo preocupar?
By Letícia Beilfuss | 26/10/2020

Estava a escovar os dentes e notou uma cor avermelhada quando cuspiu a pasta de dentes? Sangrou demais quando usou o fio dentário? Mesmo que um pouco de sangue não pareça ser algo muito sério, não deve deixar passar o facto de volta e meia sangrar das gengivas.

 

O que nos faz sangrar das gengivas?

Sangrar das gengivas pode ter uma série de possíveis causas, desde gengivites até à gravidez.

gengiva a sangrar ilustração

Gengivite

Esta é, provavelmente, a situação mais comum entre as que nos fazem sangrar das gengivas. Trata-se de uma inflamação que pode ainda causar inchaço, dor e vermelhidão. Normalmente, apercebemo-nos da gengivite quando escovamos os dentes ou passamos o fio dentário.

Como causa dor, as pessoas acabam por tomar a pior decisão: deixam de usar o fio dentário ou diminuem a frequência das escovagens, o que pode agravar o problema.

É preciso ter muito cuidado porque, se não for tratada, a gengivite pode agravar-se, levando a uma periodontite, que é uma forma mais avançada da doença.

 

Falta de vitamina K

Sendo a vitamina K fundamental para ajudar o organismo no processo de coagulação, sangrar das gengivas pode ser uma consequência da carência desta vitamina. Esta é uma situação que apenas um profissional qualificado poderá identificar — daí a importância de ter consultas regulares com o médico dentista.

A vitamina K pode ser absorvida a partir do consumo de diversos alimentos, como a rúcula, agrião, brócolos, espinafre e alface. Também está presente no azeite, no abacate, no fígado e nos ovos.

 

Diabetes

Para os diabéticos, sangrar das gengivas é comum, mas não deve ser negligenciado, especialmente se durar muito tempo. E também ocorre pela dificuldade de coagulação do sangue.

Por isso, é preciso ter cuidado ao escovar os dentes, sendo mais aconselhado usar escovas com cerdas macias e não fazer muita força.

 

Má alimentação

Assim como com a vitamina K, a falta de outros nutrientes pode favorecer o sangramento das gengivas, como no caso das vitaminas A, B e C. Isto porque a gengiva pode ficar enfraquecida, favorecendo as hemorragias durante a escovagem ou qualquer outro tipo de atrito.

 

Dentição falha

Se a sua mordida não estiver bem alinhada, especialmente se tiver falta de um ou mais dentes, pode ser mais comum sangrar das gengivas.

Uma solução para esse caso, se houver recomendação do médico dentista, é fazer uma reabilitação oral através da colocação de Implantes Dentários.

 

O que fazer quando sangrar das gengivas?

Fique atento e saiba o que fazer quando sangrar das gengivas:

  • Escove os dentes durante dois minutos. Tente não escovar com demasiada força e utilize movimentos circulares. Deve ainda substituir a sua escova de dentes de três em três meses;
  • Use o fio dentário ou escovilhões interdentários. Estes utensílios ajudam a remover restos de comida e placa bacteriana em zonas de difícil acesso, tal como entre os dentes. Passe o fio dentário duas vezes por dia, ou pelo menos antes da escovagem da noite;
  • Escolha uma pasta de dentes com flúor, que tenha sido especialmente formulada para reduzir a acumulação de placa bacteriana, que pode irritar as suas gengivas e levar ao desenvolvimento de gengivites;
  • Se sangrar das gengivas durante a escovagem ou se tiver outros sintomas de gengivite, consulte o seu médico dentista o mais rapidamente possível, mas não espere até existir um problema para agir. Ir às consultas regulares com o seu médico dentista pode ajudar a despistar e tratar as doenças orais antes que estes se agravem;
  • Uma dieta pobre em nutrientes pode deixar os seus dentes e gengivas mais vulneráveis a problemas. Da mesma forma, as gengivas dos fumadores são mais suscetíveis a infeções. Ter um estilo de vida saudável e comer bem pode ajudar a manter todo o seu corpo em melhor forma, incluindo as suas gengivas.

 

Em alguns casos, sangrar das gengivas não é sinal para alarme, mas noutros casos pode requerer tratamento profissional. Com o diagnóstico e cuidado pessoal corretos, sangrar das gengivas será um problema do passado.

Estamos sempre disponíveis para o atender, caso tenha algum problema imprevisto, antes da data marcada para a sua próxima visita à nossa clínica mais próxima de si. Por isso, se precisar de ajuda, não hesite em entrar em contacto connosco!