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Com estas 10 dicas simples, poupar na cozinha é simples.

By Monica Manske | 13/09/2019

As despesas domésticas são sempre um assunto polémico, porque a maioria das pessoas gostava de conseguir poupar para manter a casa a funcionar na perfeição, com a manutenção necessária e as contas fixas em dia. Já que não há como escapar a estes valores, fique a saber que o valor das suas contas de água, luz e gás pode mudar – para menos – com alguns hábitos simples que representam uma maior poupança no fim do mês. E, provavelmente, a cozinha é a divisão onde os seus hábitos fazem com que gaste mais que do que o necessário.

Sim! Leia estes conselhos práticos que o ajudarão a reduzir despesas, para que possa ter uma melhor organização financeira e, quem sabe, fazer juntar aquelas economias, para investir naquele seu sonho antigo. Afinal, poupar nunca é demais.

 

Quando falamos especificamente sobre alimentação, há algumas formas de reduzir os custos e gastar menos, seja com as compras, na preparação da comida, ou até com outros recursos, como água, gás e energia. Veja algumas dicas importantes para poupar e que vão gerar resultados imediatos nas suas próximas faturas.

1 - A economia começa no momento das compras dos ingredientes que vai utilizar na cozinha. Às vezes podemos economizar um pouco comprando uma quantidade maior de alimentos, especialmente na feira. Regatear é uma arte e faz bem ao bolso. Prepare quantidades maiores de comida e congele, por exemplo. Desta forma, irá utilizar menos o fogão e gastar menos gás, e terá sempre refeições prontas, evitando a necessidade de comer fora de casa, poupando ainda mais.

2 - No caso do consumo de energia, alguns hábitos são vilões no consumo e fazem com que pague mais por algo que não está, efetivamente, a ser usado. Por isso, ligue o forno apenas quando for utilizá-lo – não o deixe a aquecer por mais tempo do que é pedido nas receitas. Vai sentir os resultados nas despesas do mês seguinte.

Da mesma forma, ao atingir o ponto de fervura de que uma receita necessita, pode baixar o lume. Não há motivos para se deixar a comida ferver por mais tempo do que o necessário, desperdiçando gás, para além de se perderem nutrientes, se os alimentos cozinharem demais. 

3 - Nos últimos anos tem-se falado muito sobre o consumo consciente de recursos. O desperdício de água é dos mais preocupantes, e não é só no banho ou nas limpezas domésticas. Para não gastar água à toa na cozinha, não deixe as torneiras abertas enquanto estiver a lavar os alimentos ou a louça. O que pode fazer é enxaguar rapidamente a louça para tirar excessos, fechar a torneira, fazer a limpeza com a esponja e detergente, e depois fazer o enxague final. Deste forma, evita que a torneira fique aberta o tempo todo e pode poupar muitos litros de água.

4 - E, para economizar ainda mais energia, reveja a forma como utiliza o seu frigorífico.

 

Não sabe como pode reduzir o consumo de energia do seu frigorífico? É muito simples!

Evite abrir o frigorífico e o congelador muitas vezes de seguida. Parece insignificante, mas pode implicar uma grande diferença nos seus gastos totais. Basta criar uma organização: ao preparar uma receita, veja todos ingredientes de que vai precisar e tire todos os que estiverem no frigorífico duma vez. Da mesma forma, quando tiver de guardar ingredientes que precisem de refrigeração, agrupe-os e guarde-os ao mesmo tempo. Com estes hábitos simples, evita estar sempre a abrir e a fechar o frigorífico e consegue poupar a energia extra que o frigorífico é obrigado a utilizar para manter os alimentos bem conservados.

Não se esqueça: há muitas outras formas de poupar na cozinha! Continue a ler.

5 - Outro hábito simples que evita o desperdício de energia e uma conta mais alta no fim do mês é evitar o uso do micro-ondas para descongelar os alimentos. O ideal é deixá-los à temperatura ambiente, para que descongelem de forma natural, poupando energia.

6 - Se comprar demasiado queijo e perceber que ele se está a estragar, preste atenção a esta dica: não deite fora queijos ressequidos. Eles podem ser ralados e reaproveitados na preparação de receitas, evitando o desperdício de comida e de dinheiro. E ainda consegue aquele sabor a mais num prato de massa ou num risoto. Se não tem previsão de quando o poderá usar, também pode congelar o queijo para uso futuro.

7 - Nada melhor do que caldos caseiros: são mais saudáveis e têm um sabor único. Por isso, ao cozinhar legumes e carnes, reserve o caldo para fazer sopas ou até risoto. Assim, evita a compra de caldos prontos, o que é vantajoso para a sua saúde, já que se livrará dos conservantes destes produtos industrializados. Outra dica: pode congelar estes caldos para uso futuro e tê-los sempre à mão.

8 - Se acabou por comprar pão em maior quantidade ou, por algum motivo, não consumiu tanto como era previsto, use a criatividade e dê uma vida nova ao pão do dia anterior: transforme-o em torradas, tortas, bolos ou como cobertura de receitas de forno. Uma receita que permite o aproveitamento de pão e que faz as delícias de muita gente é a açorda. Permite dar uma nova utilidade ao pão e ainda agrada aos fãs deste prato.

Os pães podem ser preparados com tomate, queijos e especiarias e levados ao forno. A culinária criativa não é exclusiva dos chefs!

9 - Não desperdice sequer os talos e as folhas dos vegetais. Tudo pode ser reaproveitado noutras receitas. Além de ser saudável, sentirá a diferença nas contas da mercearia.

10 - Outra forma de poupar durante a preparação de alimentos em casa é mantendo as panelas fechadas durante a confeção das refeições. Esta boa prática evita o desperdício de gás. É verdade! Isto porque acelera a cozedura dos alimentos.

Ficou admirado?

Tem de concordar que nenhuma destas dicas exige esforço. Com um pouco de organização e boa vontade, certamente, pode aplicar estas dicas no seu dia-a-dia e poupar como nunca. Reúna toda a família e discuta as mudanças para que todos estejam em sintonia e acompanhem os resultados.

Meta já em prática as dicas desta lista e, acredite: ao somar pequenos novos hábitos, a sua poupança vai começar a trazer resultados. Desta forma, poderá programar outras atividades que tinha deixado para segundo plano. Ao cuidar da sua alimentação, não come apenas comida mais saudável, também mantém mais facilmente a linha e gasta menos.

Poupar na cozinha é simples e sem grandes sacrifícios, mas com grandes resultados para sua economia doméstica.

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Sorrir muda tudo! Afinal, quem não quer um sorriso bonito, dentes saudáveis e mais qualidade de vida?

 

Reunimos 4 casos de sucesso nos quais a reabilitação oral transformou a vida destas pessoas. 

 

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Aproveite para recuperar também a sua saúde oral e volte a ter motivos para sorrir.

 

Conheça a história da Anabela, do João, da Maria José e do Maurício.

 

Vai ficar surpreendido!

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A importância da alimentação na Saúde Oral!
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A propósito do Dia Mundial da Alimentação, aproveitamos para recordá-lo da importância da alimentação na preservação da sua saúde oral, destacando os nutrientes mais benéficos para a dentição e que alimentos os fornecem, que alimentos prejudicam a saúde oral e que cuidados deve ter com alguns alimentos, em particular, se tiver implantes dentários.

Nutrientes Amigos Da Sua Saúde Oral

Cada alimento tem uma série de características que fazem dele um aliado ou, em alguns casos, um inimigo dos sorrisos saudáveis! Para que saiba ao que deve dar preferência, destacamos os nutrientes fundamentais para ter dentes resistentes e bonitos, assim como os alimentos que os transportam.

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  • Cálcio

Benefício: fortalece os dentes.

Alimentos que o fornecem: laticínios, sardinhas em lata, tofu, leguminosas ou verduras como brócolos e espinafres cozidos.

  • Vitamina D

Benefício: facilita a fixação do cálcio nos ossos e dentes.

Alimentos que o fornecem: atum, salmão, ovos cozidos, sardinhas em lata, cogumelos.

  • Fibras

Benefício: ajudam a limpar os dentes e gengivas.

Alimentos que o fornecem: leguminosas, cereais, pera, abacate, maçã, banana, legumes, frutos secos.

  • Vitamina C

Benefício: ajuda a manter dentes e gengivas fortes e saudáveis.

Alimentos que o fornecem: citrinos, pimentos vermelhos e verdes, kiwi, morangos, mangas, brócolos, couves.

  • Fósforo

Benefício: torna os ossos e dentes mais fortes.

Alimentos que o fornecem: sementes de abóbora, amêndoas, iogurte desnatado, sardinhas, salmão.

  • Água

Benefícios: contribui para a produção de saliva, elimina restos de alimentos e alguma placa bacteriana.

 

Impacto De Alguns Alimentos Na Saúde Oral

Tal como há um vasto leque de opções que, de alguma forma, ajudam a manter uma dentição saudável, também há muitos alimentos e bebidas inimigos da sua saúde oral.
Por outro lado, é importante referir que alguns alimentos que aqui mencionamos também trazem benefícios. E, em alguns casos, só se tornam um problema quando são consumidos em grandes quantidades e não se têm os devidos cuidados de higiene oral.

  • Sensibilidade Dentária

Alimentos que a provocam: alimentos e bebidas açucarados e ácidos, reduzindo a tolerância aos alimentos e bebidas quentes e frios.
Como evitar o problema: evitar alimentos e bebidas com acidez e muito açúcar.

  • Cáries

Alimentos que a provocam: alimentos açucarados, como bolachas, bolos, gomas, molhos e hidratos de carbonos simples – batata, massa, arroz.
Como evitar o problema: reduzir o consumo de alimentos açucarados e substituir os hidratos de carbonos simples por integrais, quando possível.

  • Manchas nos Dentes

Alimentos que as provocam: café, vinho tinto, chá, frutos vermelhos, caril em pó.
Como evitar o problema: equilibrar o consumo destas bebidas e alimentos.

  • Erosão do Esmalte


Alimentos que a provocam: alimentos ácidos, como citrinos, vinagre, tomate, conservas (geralmente, contêm vinagre), e bebidas gaseificadas.
Como evitar o problema: evitar bebidas gaseificadas, equilibrar o consumo dos restantes alimentos e acompanhá-los com pão ou iogurte.

  • Fratura Dentária

Alimentos que a provocam: rebuçados, gelo, ossos e milho de pipocas – quando trincados –, maçãs, sandes.
Como evitar o problema: as maçãs devem ser previamente cortadas, as sandes cortadas em pedaços com as mãos, e os restantes não devem ser trincados. 

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Implantes Dentários: Cuidados Com A Alimentação

Os alimentos inimigos da saúde oral também o são quando se tem implantes dentários. Mesmo que nenhum dente seja natural, continuam a haver gengivas para proteger e que podem adoecer.
Para além disso, há alguns alimentos que podem ter um impacto especialmente negativo nas coroas e próteses fixas colocadas nos implantes dentários. Destacamos aqueles que costumam causar mais problemas, para que esteja atento, caso também tenha implantes dentários!

  • Álcool


Para além de promover o cancro oral, da laringe e da faringe, o álcool tem açúcar, que ajuda ao desenvolvimento de cáries. Também deixa a boca seca, o que inibe a produção de saliva, fundamental para a neutralização de ácidos na boca e a remoção de alguma placa bacteriana. No caso de bebidas com tonalidades mais escuras, como o vinho tinto ou a vodka preta, também há o perigo de manchar os dentes.

  • Maçãs e sandes


No caso dos implantes dentários o risco é maior do que com dentes naturais. Mas a verdade é que, tanto com os seus dentes como com as próteses fixas, comer uma maçã implica fazer um movimento contrário à posição dos dentes ou implantes dentários, o que pode fazer com que um dente ou coroa venha agarrado da fruta. O mesmo com as sandes, que devem ser arrancadas com as mãos aos pedaços, para depois serem mastigadas sem serem puxadas com os dentes da frente. No caso da maçã ou pera mais dura, corte pedaços com uma faca e coma-os aos poucos.

  • Rebuçados, gelo, ossos e milho de pipocas

Trincar qualquer um destes elementos pode levar, tal como com os dentes naturais, à fratura de uma coroa! Por muito que lhe dê prazer, tente não trincar coisas muito duras.
 

Mais Saudavel
Qual é a sua esperança média de vida?
By Monica Manske | 14/10/2019

Faça um exercício: ao sair à rua, quanto for a um café, ao supermercado, a uma loja, ao ginásio, ou ao restaurante, olhe à sua volta. Repare na idade das pessoas e veja se há mais crianças, jovens, adultos ou idosos. Tente perceber se a presença de idosos é muito vincada e se essas pessoas têm cada vez mais disposição, saúde e vitalidade. Estamos a falar da esperança média de vida.

Agora, viaje no tempo e pense nos momentos de que se recorda: compare e analise se era assim tão comum ver idosos a circular nestes lugares. Pelas informações que temos sobre o aumento da esperança média de vida, e que agora partilhamos consigo, acreditamos que cada vez mais veja pessoas a ultrapassar os 60, 70 ou 80 anos, rumo aos 90 e tentando chegar à terceira idade com bastante saúde e disposição.

A população está a envelhecer e isso percebe-se no dia-a-dia

Este cenário não era comum há alguns anos, quando a população de mais idade era inferior e, normalmente, tinha mais problemas de saúde, evitando até sair de casa e aguardando o fim da vida. Mas, felizmente, as coisas mudaram, e mudaram para melhor!

Isso deve-se ao fato de a esperança média de vida estar a aumentar em todo o mundo, e não apenas entre a população portuguesa. Este indicador diz respeito à média de anos que as pessoas de um país ou região vivem, desde que se mantenham as condições de vida, desde o nascimento até a morte.

Este conceito está relacionado com o bem-estar da população de forma ampla e geral. Atualmente, muitos países conseguiram aumentar as suas estatísticas graças ao empenho em proporcionar mais qualidade de vida aos seus habitantes, num conjunto de ações voltadas para este fim.
A título de exemplo, a esperança média de vida na Europa continua a aumentar. No último relatório sobre qualidade de vida neste continente, afirma-se que o bem-estar e as condições oferecidas a nível social e profissional são as principais razões para que a Europa tenha a maior taxa de crescimento, comparativamente aos restantes.

No caso específico de Portugal, além da boa estrutura já oferecida, no que diz respeito à saúde e educação, por exemplo, o desenvolvimento ocorrido nas áreas da ciência e da tecnologia têm permitido detetar doenças cada vez mais cedo e, dessa forma, a prevenção evita que se morra de problemas que antes costumavam ser fatais, como um enfarte.

Qual é a esperança média de vida no mundo e em Portugal?

Hoje diz-se que, enquanto a esperança média de vida mais elevada é a do Japão, que está próxima dos 90 anos de idade. A esperança média de vida em Portugal, entre 2015 e 2017, foi de 81 anos – segundo o INE, Instituto Nacional de Estatística de Portugal.

Trata-se de um número considerável e que nos motiva a melhorar a nossa qualidade de vida, pois há uma tendência para que haja um aumento ainda maior da esperança média de vida no país, em especial entre os homens. Temos ainda mais motivos para comemorar quando olhamos para um passado recente: nos últimos dez anos, a esperança média de vida em Portugal cresceu, aproximadamente, 2,3 anos para a população em geral e, em média, 2,6 anos para homens e 1,8 anos para mulheres.

Como curiosidade, num rumo contraditório ao que acontece nas Américas, entre os anos 2000 e 2016, nos Estados Unidos, houve uma redução da esperança média de vida de 79 anos para 78,5. A diminuição é pouca, mas a causa indicada no estudo é a obesidade da população, devido aos maus hábitos de alimentação e de saúde, no geral. É um sinal de alerta para todos.

E mais: está comprovado que os habitantes de países com rendimentos mais baixos e com situações de saúde, infraestruturas e educação precárias vivem aproximadamente 18 anos a menos que uma pessoa que viva num lugar com condições de vida apropriadas e com mais qualidade.

A qualidade de vida do local onde a pessoa viva

Alguns fatores principais fazem com que a esperança média de vida aumente ou diminua. Estes fatores vão desde as condições de saneamento oferecidas pela cidade, a assistência social, os serviços de saúde, o custo de vida, a segurança e índices de violência e criminalidade, a poluição do meio ambiente, a ausência ou presença de guerras ou conflitos internos, entre muitos outros indicadores. A junção de tantos fatores sociais, económicos e políticos permite-nos viver bem ou mal e, como consequência, viver mais ou menos. Ou seja, baseando-se em toda a estrutura que o país oferece à sua população, pode-se estimar, de maneira aproximada, essa longevidade.

Países desenvolvidos vs. países menos desenvolvidos

Por causa de todos os fatores citados acima, a esperança média de vida em países que, dum modo geral, oferecem melhores condições à sua população – os chamados países desenvolvidos ou de primeiro mundo –, tende a ser maior do que nos que são menos desenvolvidos – conhecidos como países de terceiro mundo ou subdesenvolvidos. Por conseguir, ao oferecer uma melhor qualidade de vida à população, a vulnerabilidade social e económica dos países desenvolvidos é relativamente menor e isso permite que haja um aumento da esperança média de vida.

A idade não é um impeditivo para nada, é apenas um número

Quando falamos especificamente de Portugal, não há dúvidas de que estes dados indicam que a qualidade de vida em Portugal está num processo de melhoria para todos. Há mais investimentos em pesquisa, educação e saúde, o que se reflete diretamente em melhores recursos e estruturas para toda a população. Como consequência, temos pessoas com mais idade e com mais saúde.

 

O aumento da esperança média de vida é muito óbvio. Mas todos queremos chegar a uma idade avançada com saúde, independência e disposição para aproveitar todos os momentos. Para isso, é preciso procurar informação de qualidade para nos ajudar a manter a saúde em dia. Ter boas práticas de higiene, alimentação e exercícios físico também é indispensável. Estas atitudes, aliadas às condições do sítio onde se vive, fazem toda a diferença no tempo de vida e na qualidade com que vive no dia-a-dia.

Como pretende estar quando alcançar uma idade mais avançada?

Se estes dados lhe dizem alguma coisa, não descure do seu bem-estar. Com o avançar da idade, olhe por si e pelas suas condições de vida, tenha uma alimentação equilibrada, com hábitos saudáveis, e exercite o corpo e a mente. A idade não é um impeditivo para nada, é apenas um número.

Como se costuma dizer, mente sã, corpo são!

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