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Mais Saudavel

Dicas valiosas para poupar com a alimentação no dia-a-dia.

By Monica Manske | 13/09/2019

A alimentação representa uma grande parte do orçamento mensal familiar, tal como os restantes custos fixos que temos para manter um lar em perfeito funcionamento. Coisas essenciais, como a energia elétrica, o gás, a água, os custos com reparações que são necessárias e novas aquisições, tanto de eletrodomésticos quanto de móveis, fazem com que as despesas domésticas sejam sempre elevadas. Sabemos que não é fácil poupar quando se tem tantas coisas para deixar em ordem e ainda preocupar-se em manter as contas em dia.

Por isso, acreditamos que também é importante falar sobre um assunto fundamental da rotina familiar: a alimentação. Manter uma família bem alimentada implica custos elevados, especialmente quando queremos que todos consumam alimentos de qualidade, saudáveis e que contribuam para uma boa nutrição. Afinal, sabemos que quem pratica dietas alimentares mais saudáveis e regradas não fica doente com tanta frequência, tem mais disposição e probabilidade de recuperar, em caso de doença.

Por exemplo: fazer compras em lojas de conveniência, assim como realizar as refeições em restaurantes, lanchar muitas vezes fora e gostar das opções encontradas em aplicações de entrega de refeições são despesas significativas que acabam por pesar no bolso ao fim do mês. Por isso, quando falamos em poupar com a alimentação dizemos também que há maneiras de mudar hábitos e de se alimentar melhor, sem que gaste tanto dinheiro.

Cuidar melhor da sua alimentação pode tornar-se num desafio agradável e de mudança: passa a poupar mais e consome alimentos mais saudáveis.

Veja estas dicas práticas que pode adotar no seu dia-a-dia, a partir de hoje.

Vai comprovar as vantagens da mudança no fim do mês. Nessa altura, olhe para o seu extrato bancário e compare-o com o do mês anterior, para confirmar que vale a pena o esforço e a dedicação. O que lhe parece?

 

Vamos às valiosas dicas para poupar com a alimentação no dia-a-dia:

 

1 – Planeie as compras semanalmente.

Opte por fazer sempre as compras em supermercados – evite lojas de conveniência, que têm preços mais elevados e menos opções de marcas. Existem diversos supermercados com promoções a determinados dias da semana, como o ‘dia dos frescos’ ou o ‘dia da carne’. Ao aproveitar estas ofertas, tem sempre alimentos frescos em casa e ainda consegue poupar. Opte pela compra de produtos em promoção, quando conhece a marca e sabe que é equivalente à que costuma comprar. Também é uma oportunidade para experimentar e testar novos produtos!

Outra dica: tenha sempre uma lista de compras com o que é essencial e evite as compras por impulso – isto é, os produtos extra, que não são necessários. Compre apenas o que realmente precisa, sem impulsividade e sem querer encher a despensa com coisas cuja validade possa expirar antes que as consuma.

 

2 – Reorganize a sua despensa e frigorífico.

Com esta organização, vai perceber que produtos estão com a data de validade próxima e dar prioridade ao seu consumo, antes de ter que os deitar fora (e ao dinheiro!). Com isto, também vai poder ver os produtos que já estão abertos há mais tempo e reorganizar o seu frigorífico. Alimentos que tenham a validade expirada devem ser evitados, pois podem causar problemas. Desta forma, também pode pensar em receitas diferentes.

Com estas dicas, vai conseguir organizar-se muito melhor. Mas temos mais!

3 – Dê preferência à preparação da sua alimentação em casa.

Ao evitar fazer refeições em restaurantes e deixar de comprar comida pronta, que é ricas em sódio, faz mal à saúde e interfere com a sua dieta, vai sentir que pode poupar sem grandes sacrifícios. Ao comprar ingredientes a um preço atrativo, pode preparar quantidades maiores do mesmo prato e congelar a comida para consumir mais tarde, economizando dinheiro e tempo com sua alimentação. Sem falar do facto de a comida preparada em casa, com bons ingredientes e temperos da sua preferência, têm o sabor do amor com que esta foi confecionada. Outra alternativa é preparar refeições e lanches em casa — assim, a refeição será mais barata do que uma ida diária ao restaurante. Os lanches caseiros podem ser a salvação para a fome que ataca durante o trabalho, o estudo, ou durante uma viagem.

 

Dica extra:

Lazer e atividades com amigos são sempre bem-vindos e permitem o convívio social. Já pensou que, em vez de sair para jantar com a família ou amigos, pode promover convívios em casa?

Cozinhar para os amigos ou para o(a) seu(sua) companheiro(a) e filhos será um momento agradável e de lazer. Torna-se ainda melhor quando perceber que está a poupar ao preparar um jantar especial, ao mesmo tempo que pode usufruir do conforto da sua casa.

Ainda pode testar novos pratos, mostrar as suas habilidades culinárias, surpreender-se com sabores e receitas novas e, com sorte, receber alguns elogios!

Se concorda com o que sugerimos e está disposto a mudar alguns hábitos, para poupar na alimentação, não perca mais tempo. A diferença que vai sentir nas contas ao fim do mês e, quem sabe, também na balança, será motivação suficiente para continuar! Evitar lanches, refeições fora de casa e otimizar as compras no supermercado não são atitudes difíceis, muito pelo contrário: em alguns dias fará parte da sua rotina e nem sentirá que fez grandes mudanças.

Mude pequenos hábitos e verá como todas as poupanças que faz lhe vão trazer muitas vantagens. Tome nota dos seus gastos, compare preços e perceba no fim do mês que pode juntar dinheiro para outras atividades que deseja fazer.

Até breve!

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Saúde Oral
Conheça as 4 doenças que podem causar perda dentária!
By Pedro Guedes | 05/01/2021

Vivemos tempos em que, cada vez mais, as pessoas estão preocupadas em cuidar da saúde oral e em prevenir-se contra as doenças e os problemas que afetam a boca. Por isso, hoje falamos de um tema do interesse de muitos: as doenças que causam perda dentária.

Seja por que motivo for, deixar de procurar a ajuda dum médico dentista ou de estar atento a estas doenças pode colocar não só a saúde dos seus dentes em causa, mas também a de todo o corpo.

Por isso, é indispensável saber mais sobre determinadas doenças. Desta forma, salvará dentes, mas também o seu organismo como um todo.

Continue a ler este artigo para saber mais sobre as principais doenças que podem afetar a sua saúde oral e assim evitar que elas se possam tornar um problema, para si ou para as pessoas de quem mais gosta.

 

1 - Placa bacteriana

Não é uma doença, mas pode dar origem a várias! Nada mais é do que a acumulação de restos de alimentos nos dentes e na gengiva. Juntamente com as bactérias orais, solidifica e degrada os dentes.

Caso não seja removida e tratada, a placa bacteriana pode acabar por evoluir para uma cárie, doenças nas gengivas e cálculos dentários, que são algumas das doenças responsáveis pela perda dentária.

 

2 - Cáries

De certeza que conhece várias pessoas que têm ou tiveram cáries, ou até casos em que as cáries levaram à perda dentária!

As cáries estão entre as doenças orais mais comuns em todo o mundo. São causadas por bactérias e desenvolvem-se mais facilmente com a ajuda da placa bacteriana que, em conjunto, transformam os restos de alimentos em ácidos que corroem e destroem, parcial ou totalmente, as estruturas dos dentes.

Progressiva e perigosa, a cárie é uma doença infeciosa que além de poder causar perda dentária, pode provocar dores intensas, sendo necessário remover os nervos do local onde elas atuaram — tratamento de canal.

E o pior é que, se não forem tratadas, podem dar origem a doenças periodontais, muito mais sérias para o seu organismo. Entre as principais causas para a ocorrência das cáries estão uma alimentação rica em açúcar e o uso de alguns medicamentos, como os antibióticos.

 

3 - Periodontite

Cuidar das gengivas também é essencial para prevenir doenças que venham a causar perda dentária, já que são importantes estruturas de sustentação dos dentes.

Entre as doenças gengivais, a mais grave é a periodontite, que é um estado avançado de um quadro de inflamação nas gengivas e nos dentes, devido a uma gengivite que não foi tratada como devia.

Esta doença é fruto de uma infeção bacteriana nos ligamentos, ossos e tecidos que sustentam, apoiam e dão estrutura aos dentes, e podem provocar a perda dentária.

Os principais indícios de que pode ter uma periodontite são:

  • Mau hálito
  • Sensibilidade
  • Retração das gengivas
  • Sangramento das gengivas

 

4 - Diabetes

Surpreendido? Sim, a diabetes também pode afetar a sua saúde oral, porque a glicose em excesso no organismo compromete bastante as gengivas e os dentes, podendo levar à perda dentária.

O elevado nível de açúcar no sangue favorece que bactérias se acumulem nos dentes, o que pode causar vermelhidão e inflamação das gengivas, assim como ocasionar o surgimento de doenças periodontais.

Logo, para se ter a saúde oral em dia, é preciso ter atenção à quantidade de glicose do seu organismo e controlá-la.

 

Falta de manutenção de aparelhos ou Implantes Dentários

Apesar de não ser uma doença dentária, este é um facto importante quando falamos sobre a perda dentária: a falta de manutenção de aparelhos ou de Implantes Dentários.

Sem o devido cuidado e a realização de manutenções periódicas e regulares com o médico dentista, os pacientes que estão a fazer algum tratamento dentário podem vir a ter perda óssea ou dentária, devido à acumulação de bactérias na boca ou de problemas orais.

É preciso estar sempre atento à saúde oral para evitar que as doenças mencionadas lhe tragam dissabores. Além disso, é fundamental ter bons hábitos de higiene e saúde oral, como fazer uso do fio dentário, realizar diariamente a escovagem dos dentes e visitar regularmente um médico dentista, para que seja possível identificar doenças e problemas que causem a perda dentária.

Gostou do nosso artigo sobre as doenças responsáveis pela perda dentária? Então, partilhe-o com os seus amigos e familiares e continue a seguir o nosso blog, para se manter bem informado sobre as doenças e temáticas dentárias.

Saúde Oral
7 mitos e verdades sobre os Implantes Dentários
By Letícia Beilfuss | 22/12/2020

A perda de um ou mais dentes pode causar diversos problemas nas nossas vidas, desde a insatisfação com a aparência, que pode prejudicar a nossa autoestima, até problemas e complicações com a nossa saúde. Hoje, para solucionar esse problema, temos à disposição a tecnologia dos Implantes Dentários, o que nos permite ter mais opções para além das pontes ou próteses dentárias removíveis.

No entanto, algumas pessoas hesitam em fazer este tratamento porque têm algumas dúvidas, medo da dor ou desconhecimento sobre ele. Descubra, agora, os mitos e as verdades sobre os Implantes Dentários:

1. Ao perder um dente, deve colocar um Implante o quanto antes — VERDADE

Com o passar do tempo, o osso do maxilar começa a ser reabsovido pelo organismo. Isso pode inviabilizar a colocação direta de um implante dentário, obrigando à realização de um enxerto ósseo.

 

2. O organismo pode rejeitar o Implante — MITO

O material de que, geralmente, são feitos os implantes dentários (titânio), é biologicamente compatível com o organismo humano. Isto significa que não existe risco de rejeição por parte do seu corpo.

 

3. É possível repor todos os dentes — VERDADE

Através de alguns tratamentos, como é o caso da Reabilitação Oral total Avançada (ROTA®), é possível restaurar todos os dentes.

 

4. Os Implantes Dentários só podem ser colocados nos idosos — MITO

Este tratamento pode ser realizado por qualquer pessoa com mais de 18 anos, idade em que termina o processo de formação dos ossos da face. No entanto, é realizado com mais frequência nos idosos porque, com o avançar da idade, a perda dentária começa a ser mais frequente.

 

5. Qualquer dentista pode colocar Implantes Dentários — MITO

Por ser um tratamento com alguma complexidade, é necessário que o procedimento seja realizado por um médico dentista expert em Implantologia Dentária.

 

6. As outras pessoas conseguem identificar facilmente que eu tenho Implantes Dentários — MITO

Uma das grandes vantagens dos Implantes Dentários e das próteses fixas é a sua semelhança com os dentes naturais, que são reproduzidos pelos protésicos com todos os pormenores, para que sejam fiéis à sua melhor imagem.

 

7. Os Implantes Dentários são muito caros — MITO

No Programa Nacional de Implantes Dentários temos preços acessíveis, comparativamente aos valores praticados no mercado, e temos condições especiais de pagamento, em prestações e sem recurso a entidades bancárias, motivo pelo qual temos ajudado inúmeros portugueses a melhorarem a sua qualidade de vida.

Comece hoje a mudar a sua vida e o seu sorriso!

COVID-19
Médicos dentistas e a COVID-19: que riscos se corre?
By Cátia Aguilar | 02/11/2020

Se acha que já sabe qual é a relação entre os médicos dentistas e a COVID-19, ainda bem que veio aqui parar! Estudos recentes sobre a taxa de médicos dentistas infetados pelo novo coronavírus trouxeram uma nova perspetiva sobre o contágio nas clínicas de Medicina Dentária.

Para si, que tem receio de ir a uma clínica em tempos de pandemia, nada melhor que ler este artigo!

 

Os médicos dentistas e a COVID-19 andam de mãos dadas?

Desde o início da pandemia que se afirmou que os médicos dentistas e a COVID-19 tinham uma “relação próxima”, no sentido em que as clínicas de Medicina Dentária foram vistas como potenciais espaços de propagação do vírus. Mas um estudo recente vem dar-nos outra perspetiva, que facilmente se consegue perceber e fundamentar!

A Healthline — site americano sobre saúde — publicou um artigo sobre um estudo americano através do qual se pôde apurar que menos de 1% dos médicos dentistas em todos os EUA testaram positivo à COVID-19. Mas, afinal, os médicos dentistas e a COVID-19 não estavam tão relacionados?

Efetivamente, no início da pandemia, assumiu-se que os médicos dentistas eram dos profissionais mais expostos ao novo coronavírus, mas este estudo recente da American Dental Association contradiz esta conclusão precipitada. E é muito fácil perceber porquê!

Há várias décadas que as clínicas dentárias têm políticas rígidas de segurança e higiene e, tendo redobrado esses cuidados, em função das diretrizes da OMS (Organização Mundial da Saúde), as práticas de desinfeção ainda se intensificaram mais!

 

Deixar a saúde oral para depois é que prejudica a saúde geral

A American Dental Association tem comunicado publicamente que, mesmo durante a pandemia, é seguro ir às clínicas dentárias! E mais do que seguro, é essencial e ainda mais importante que anteriormente. Passamos a explicar!

A saúde oral sempre foi parte integrante da saúde geral. Não só porque ter uma cárie, dores de dentes, sensibilidade dentária ou outra doença oral nos faz sentir mal, mas também porque um problema dentário pode ser um sinal de outra doença (não necessariamente na cavidade oral) ou afetar a saúde geral. Alguns exemplos são as doenças cardíacas. Está provado que as bactérias que têm origem na boca “viajam” através da corrente sanguínea, até que se instalam em áreas lesionadas do coração, dando origem a inflamações.

 

Quem corre maior risco de contágio por COVID-19?

Comparativamente a outros profissionais de saúde, os médicos dentistas apresentam uma taxa de infeção pela COVID-19 muito mais baixa. Como explicámos acima, um grande fator para estes resultados são os hábitos de limpeza e desinfeção dos diversos espaços das clínicas. Mas ainda temos mais um dado relevante para os pacientes que frequentam as nossas clínicas: se há alguém que corre mais risco é o médico dentista e não o paciente!

Há muito tempo que os médicos dentistas utilizam máscara cirúrgica, óculos, luvas e outros elementos que evitam a disseminação da COVID-19. E, como sabemos, estas máscaras protegem, essencialmente, as pessoas com quem nos cruzamos e não a nós próprios. Ou seja, ao usar máscara, o médico dentista protege-o a si, não a ele próprio!

Segundo o Dr. Joel Gould, os médicos dentistas sempre tiveram uma grande preocupação em controlar infeções e foram pioneiros no uso de “precauções universais” para evitar a propagação de outros tipos de vírus.

 

As medidas de precaução nas nossas clínicas

Nas nossas clínicas, os médicos dentistas e a COVID-19 têm uma relação semelhante à dos profissionais americanos. Felizmente, continuamos a ter bons resultados, devido às medidas de segurança e higiene habituais, aliadas às orientações da OMS e DGS.

Apesar de falarmos aqui de um estudo americano, também na Europa, em Portugal e nas nossas clínicas em particular existem procedimentos semelhantes, o que nos permite afirmar que também aqui o risco é reduzido. Aliás, quem estará em risco, caso deixe de vir ao médico dentista, é a sua saúde oral e geral, porque uma visita periódica à clínica é fundamental para manter problemas de várias ordens à distância.

Não perca mais tempo e marque uma consulta de avaliação oral sem custos!