Ligue Grátis
Fale Connosco

Blog

Não guardamos segredos. Queremos partilhar tudo consigo! Fique a par do Universo PNID!

pessoas como nós

Sandra, uma pessoa como nós, sensível e forte.

By Monica Manske | 04/02/2020

Muitos pacientes que frequentam as nossas clínicas já conhecem a Sandra, a nossa Gestora de Pacientes - afinal, ela já é praticamente da "casa", devido ao seu tempo de antiguidade na empresa. Certamente, vai perceber que se trata de uma pessoa como nós.

Apresentamos-lhe uma mulher sensível, forte e batalhadora, que já dedica muitos anos da sua vida ao acompanhamento dos pacientes que confiam no PNID como solução para a sua saúde oral. 

Sandra faz parte dos mais de 300 colaboradores que temos focados na sua qualidade de vida, sendo mais uma pessoa como nós, integrada numa equipe de excelência.

Vamos conhecer um pouco da sua história de vida, aquilo que a motiva, quais as suas dificuldades e gostos pessoais. Vai poder conhecer uma Sandra um pouco diferente da que vê nas clínicas, e a história de vida que existe para além do lado profissional.

Está preparado?  

Saiba mais sobre a história da Sandra, uma pessoa como nós.

Nome: Sandra Luísa Vieira Pereira

Idade: 43 anos

Tempo de casa: 9 anos 

Profissão: atualmente, ocupa o cargo de Gestora de Paciente, mas já passou por diversos departamentos ao longo do seu tempo de casa, tendo desempenhado diversas funções que permitiram que obtivesse ainda mais confiança para alcançar novos desafios. 

A sua função consiste em acompanhar pacientes dentro da clínica, em Portugal e em Londres.
 

Foi a profissão que a escolheu

Uma curiosidade sobre a Sandra: tem naturalidade holandesa e nacionalidade portuguesa. Emigrou com a família para Portugal aos 12 anos, onde estudou no Porto e iniciou a sua carreira profissional.

 

A sua trajetória de sucesso teve início no negócio de família, no qual tinha uma situação segura e confortável que a fazia, por vezes, questionar as suas escolhas, como acontece com tantas "pessoas como nós". Com o convite para trabalhar na Swiss Dental Services, em 2010, viu a oportunidade de fazer parte de novos desafios, sair da sua zona de conforto e desenvolver ainda mais as suas capacidades, voltadas para o lado humano:

"O gosto pelo contacto com as pessoas e a característica de querer solucionar problemas acabou por fazer todo o sentido no trabalho que desenvolvo."

Quando questionada sobre como vê a sua função, e o impacto que tem na vida dos pacientes, ressalta:

"Todos os dias sou motivada pela quantidade de pessoas que nos procuram, e a oportunidade de poder propor soluções e ajudar a iniciar o percurso para uma vida melhor é extremamente gratificante".

Vale a pena destacar que a Sandra acompanha inúmeros pacientes que precisam de reabilitar a saúde oral através da colocação de implantes dentários, podendo este tratamento funcionar com implantes unitários ou próteses fixas totais (ROTA). São pacientes que chegam com medos, receios e dúvidas, e que a Sandra, com a sua empatia, consegue tranquilizar e motivar a seguir com o tratamento que vai transformar as suas vidas.

Além disso, Sandra comenta que alguns dos seus pacientes se tornaram verdadeiros amigos, e que a preocupação entre si e os pacientes é mútua: "eles também cuidam de mim, perguntam onde estou, e importam-se com o meu bem-estar", revela. Esta reciprocidade traduz-se em confiança.

 

"São pessoas que, de alguma forma, me fazem sentir parte da vida delas quando decidiram confiar em nós e dar início ao tratamento que necessitavam. Eu simplesmente tive a oportunidade de lhes dar o empurrão necessário para se sentirem confiantes, e acreditarem que é possível ter uma vida melhor, dando-lhes todo o apoio necessário durante todo o percurso".

No seguimento da nossa conversa, abordamos também assuntos mais pessoais, que nos permitiram chegar a uma confissão:

"Eu própria não gostava de ir ao dentista!"

Depois desta afirmação, consegue imaginar a Sandra a ser também paciente do PNID, além de colaboradora?

Depois de um episódio ocorrido durante umas férias, em 2016, quando teve que passar vários dias no quarto de hotel com fortes dores de dentes e a cara inchada, Sandra entrou para o nosso "leque" de pacientes! Não nos podemos esquecer que a Sandra é uma "pessoa como nós", portanto, viveu a experiência de ser uma pessoa com receios e inclusive com medo de ir ao dentista.

Como as dores e o inchaço chegaram a melhorar momentaneamente, Sandra achou que podia adiar a sua ida ao dentista... Mas, não foi bem assim. O problema agravou-se e, hoje, Sandra faz parte dos nossos mais de 40.000 casos de sucesso e dá-nos uma mensagem de motivação sobre o tratamento pelo qual passou:

"Hoje eu própria já faço parte das estatísticas! Também eu tenho implantes dentários. Talvez por ter passado pela experiência possa afirmar com conhecimento de causa que não foi difícil!  

Este é mais um motivo pelo qual pode confiar nos nossos procedimentos. Sandra explica a quem faz o tratamento que já vivenciou pessoalmente o tratamento com implantes dentários. 

No que respeita aos cuidados e hábitos de higiene oral que acabamos por não cumprir devidamente, a Gestora de Pacientes conta-nos a sua própria experiência neste sentido:

"Cuidar da nossa saúde deve estar no topo da lista das prioridades da nossa vida. Já sabia disso, mas eu dizia isso aos outros!"

Se não faz ideia do motivo pelo qual Sandra faz esta afirmação, contamos a seguir.

Como seres humanos preocupados com o próximo, muitas vezes deixamos de cuidar de nós e da nossa saúde, dando prioridade à família, aos filhos, marido ou esposa. Estas funções exigem muita dedicação, e associuadas ao trabalho e aos amigos acabam por ter consequências no seu dia a dia:

"Aprendi isso recentemente, depois de me ter sido diagnosticado cancro, que tenho de cuidar de MIM também!"

Felizmente, tudo está a correr muito bem e Sandra está forte e bem-disposta, sentindo que consegue encarar muito melhor os problemas que a vida coloca à sua frente. Destaca a influência que a felicidade e o bem-estar próprio têm nas relações interpessoais - tudo o que está dentro de nós interfere no nosso meio.

Todos estes pensamentos e sentimentos influenciaram a sua forma de (vi)ver a vida e, desde então, têm trazido ótimos resultados, tanto no que respeita ao tratamento como à sua rotina e nas prioridades que Sandra passou a ter:

"Não vou mais deixar de fazer ou adiar aquilo que quero e preciso solucionar para ser mais feliz! Vou arranjar tempo para fazer e lutar pelo que me dá prazer".

Sabe do que a Sandra, sendo uma "pessoa como nós", gosta?

Quando não está a dedicar toda a sua atenção aos pacientes, os seus gostos são simples e comuns, mas nem por isso, com menos significado.

Pelo contrário: Sandra vê nas pequenas e singelas ações quotidianas a sua beleza e a importância:

"Cozinhar para a família, ler, passear, conviver com família e amigos, rir muito (dizem que faz bem à saúde !

Relacionado
Saúde Oral
Conheça as 4 doenças que podem causar perda dentária!
By Pedro Guedes | 05/01/2021

Vivemos tempos em que, cada vez mais, as pessoas estão preocupadas em cuidar da saúde oral e em prevenir-se contra as doenças e os problemas que afetam a boca. Por isso, hoje falamos de um tema do interesse de muitos: as doenças que causam perda dentária.

Seja por que motivo for, deixar de procurar a ajuda dum médico dentista ou de estar atento a estas doenças pode colocar não só a saúde dos seus dentes em causa, mas também a de todo o corpo.

Por isso, é indispensável saber mais sobre determinadas doenças. Desta forma, salvará dentes, mas também o seu organismo como um todo.

Continue a ler este artigo para saber mais sobre as principais doenças que podem afetar a sua saúde oral e assim evitar que elas se possam tornar um problema, para si ou para as pessoas de quem mais gosta.

 

1 - Placa bacteriana

Não é uma doença, mas pode dar origem a várias! Nada mais é do que a acumulação de restos de alimentos nos dentes e na gengiva. Juntamente com as bactérias orais, solidifica e degrada os dentes.

Caso não seja removida e tratada, a placa bacteriana pode acabar por evoluir para uma cárie, doenças nas gengivas e cálculos dentários, que são algumas das doenças responsáveis pela perda dentária.

 

2 - Cáries

De certeza que conhece várias pessoas que têm ou tiveram cáries, ou até casos em que as cáries levaram à perda dentária!

As cáries estão entre as doenças orais mais comuns em todo o mundo. São causadas por bactérias e desenvolvem-se mais facilmente com a ajuda da placa bacteriana que, em conjunto, transformam os restos de alimentos em ácidos que corroem e destroem, parcial ou totalmente, as estruturas dos dentes.

Progressiva e perigosa, a cárie é uma doença infeciosa que além de poder causar perda dentária, pode provocar dores intensas, sendo necessário remover os nervos do local onde elas atuaram — tratamento de canal.

E o pior é que, se não forem tratadas, podem dar origem a doenças periodontais, muito mais sérias para o seu organismo. Entre as principais causas para a ocorrência das cáries estão uma alimentação rica em açúcar e o uso de alguns medicamentos, como os antibióticos.

 

3 - Periodontite

Cuidar das gengivas também é essencial para prevenir doenças que venham a causar perda dentária, já que são importantes estruturas de sustentação dos dentes.

Entre as doenças gengivais, a mais grave é a periodontite, que é um estado avançado de um quadro de inflamação nas gengivas e nos dentes, devido a uma gengivite que não foi tratada como devia.

Esta doença é fruto de uma infeção bacteriana nos ligamentos, ossos e tecidos que sustentam, apoiam e dão estrutura aos dentes, e podem provocar a perda dentária.

Os principais indícios de que pode ter uma periodontite são:

  • Mau hálito
  • Sensibilidade
  • Retração das gengivas
  • Sangramento das gengivas

 

4 - Diabetes

Surpreendido? Sim, a diabetes também pode afetar a sua saúde oral, porque a glicose em excesso no organismo compromete bastante as gengivas e os dentes, podendo levar à perda dentária.

O elevado nível de açúcar no sangue favorece que bactérias se acumulem nos dentes, o que pode causar vermelhidão e inflamação das gengivas, assim como ocasionar o surgimento de doenças periodontais.

Logo, para se ter a saúde oral em dia, é preciso ter atenção à quantidade de glicose do seu organismo e controlá-la.

 

Falta de manutenção de aparelhos ou Implantes Dentários

Apesar de não ser uma doença dentária, este é um facto importante quando falamos sobre a perda dentária: a falta de manutenção de aparelhos ou de Implantes Dentários.

Sem o devido cuidado e a realização de manutenções periódicas e regulares com o médico dentista, os pacientes que estão a fazer algum tratamento dentário podem vir a ter perda óssea ou dentária, devido à acumulação de bactérias na boca ou de problemas orais.

É preciso estar sempre atento à saúde oral para evitar que as doenças mencionadas lhe tragam dissabores. Além disso, é fundamental ter bons hábitos de higiene e saúde oral, como fazer uso do fio dentário, realizar diariamente a escovagem dos dentes e visitar regularmente um médico dentista, para que seja possível identificar doenças e problemas que causem a perda dentária.

Gostou do nosso artigo sobre as doenças responsáveis pela perda dentária? Então, partilhe-o com os seus amigos e familiares e continue a seguir o nosso blog, para se manter bem informado sobre as doenças e temáticas dentárias.

Saúde Oral
7 mitos e verdades sobre os Implantes Dentários
By Letícia Beilfuss | 22/12/2020

A perda de um ou mais dentes pode causar diversos problemas nas nossas vidas, desde a insatisfação com a aparência, que pode prejudicar a nossa autoestima, até problemas e complicações com a nossa saúde. Hoje, para solucionar esse problema, temos à disposição a tecnologia dos Implantes Dentários, o que nos permite ter mais opções para além das pontes ou próteses dentárias removíveis.

No entanto, algumas pessoas hesitam em fazer este tratamento porque têm algumas dúvidas, medo da dor ou desconhecimento sobre ele. Descubra, agora, os mitos e as verdades sobre os Implantes Dentários:

1. Ao perder um dente, deve colocar um Implante o quanto antes — VERDADE

Com o passar do tempo, o osso do maxilar começa a ser reabsovido pelo organismo. Isso pode inviabilizar a colocação direta de um implante dentário, obrigando à realização de um enxerto ósseo.

 

2. O organismo pode rejeitar o Implante — MITO

O material de que, geralmente, são feitos os implantes dentários (titânio), é biologicamente compatível com o organismo humano. Isto significa que não existe risco de rejeição por parte do seu corpo.

 

3. É possível repor todos os dentes — VERDADE

Através de alguns tratamentos, como é o caso da Reabilitação Oral total Avançada (ROTA®), é possível restaurar todos os dentes.

 

4. Os Implantes Dentários só podem ser colocados nos idosos — MITO

Este tratamento pode ser realizado por qualquer pessoa com mais de 18 anos, idade em que termina o processo de formação dos ossos da face. No entanto, é realizado com mais frequência nos idosos porque, com o avançar da idade, a perda dentária começa a ser mais frequente.

 

5. Qualquer dentista pode colocar Implantes Dentários — MITO

Por ser um tratamento com alguma complexidade, é necessário que o procedimento seja realizado por um médico dentista expert em Implantologia Dentária.

 

6. As outras pessoas conseguem identificar facilmente que eu tenho Implantes Dentários — MITO

Uma das grandes vantagens dos Implantes Dentários e das próteses fixas é a sua semelhança com os dentes naturais, que são reproduzidos pelos protésicos com todos os pormenores, para que sejam fiéis à sua melhor imagem.

 

7. Os Implantes Dentários são muito caros — MITO

No Programa Nacional de Implantes Dentários temos preços acessíveis, comparativamente aos valores praticados no mercado, e temos condições especiais de pagamento, em prestações e sem recurso a entidades bancárias, motivo pelo qual temos ajudado inúmeros portugueses a melhorarem a sua qualidade de vida.

Comece hoje a mudar a sua vida e o seu sorriso!

COVID-19
Médicos dentistas e a COVID-19: que riscos se corre?
By Cátia Aguilar | 02/11/2020

Se acha que já sabe qual é a relação entre os médicos dentistas e a COVID-19, ainda bem que veio aqui parar! Estudos recentes sobre a taxa de médicos dentistas infetados pelo novo coronavírus trouxeram uma nova perspetiva sobre o contágio nas clínicas de Medicina Dentária.

Para si, que tem receio de ir a uma clínica em tempos de pandemia, nada melhor que ler este artigo!

 

Os médicos dentistas e a COVID-19 andam de mãos dadas?

Desde o início da pandemia que se afirmou que os médicos dentistas e a COVID-19 tinham uma “relação próxima”, no sentido em que as clínicas de Medicina Dentária foram vistas como potenciais espaços de propagação do vírus. Mas um estudo recente vem dar-nos outra perspetiva, que facilmente se consegue perceber e fundamentar!

A Healthline — site americano sobre saúde — publicou um artigo sobre um estudo americano através do qual se pôde apurar que menos de 1% dos médicos dentistas em todos os EUA testaram positivo à COVID-19. Mas, afinal, os médicos dentistas e a COVID-19 não estavam tão relacionados?

Efetivamente, no início da pandemia, assumiu-se que os médicos dentistas eram dos profissionais mais expostos ao novo coronavírus, mas este estudo recente da American Dental Association contradiz esta conclusão precipitada. E é muito fácil perceber porquê!

Há várias décadas que as clínicas dentárias têm políticas rígidas de segurança e higiene e, tendo redobrado esses cuidados, em função das diretrizes da OMS (Organização Mundial da Saúde), as práticas de desinfeção ainda se intensificaram mais!

 

Deixar a saúde oral para depois é que prejudica a saúde geral

A American Dental Association tem comunicado publicamente que, mesmo durante a pandemia, é seguro ir às clínicas dentárias! E mais do que seguro, é essencial e ainda mais importante que anteriormente. Passamos a explicar!

A saúde oral sempre foi parte integrante da saúde geral. Não só porque ter uma cárie, dores de dentes, sensibilidade dentária ou outra doença oral nos faz sentir mal, mas também porque um problema dentário pode ser um sinal de outra doença (não necessariamente na cavidade oral) ou afetar a saúde geral. Alguns exemplos são as doenças cardíacas. Está provado que as bactérias que têm origem na boca “viajam” através da corrente sanguínea, até que se instalam em áreas lesionadas do coração, dando origem a inflamações.

 

Quem corre maior risco de contágio por COVID-19?

Comparativamente a outros profissionais de saúde, os médicos dentistas apresentam uma taxa de infeção pela COVID-19 muito mais baixa. Como explicámos acima, um grande fator para estes resultados são os hábitos de limpeza e desinfeção dos diversos espaços das clínicas. Mas ainda temos mais um dado relevante para os pacientes que frequentam as nossas clínicas: se há alguém que corre mais risco é o médico dentista e não o paciente!

Há muito tempo que os médicos dentistas utilizam máscara cirúrgica, óculos, luvas e outros elementos que evitam a disseminação da COVID-19. E, como sabemos, estas máscaras protegem, essencialmente, as pessoas com quem nos cruzamos e não a nós próprios. Ou seja, ao usar máscara, o médico dentista protege-o a si, não a ele próprio!

Segundo o Dr. Joel Gould, os médicos dentistas sempre tiveram uma grande preocupação em controlar infeções e foram pioneiros no uso de “precauções universais” para evitar a propagação de outros tipos de vírus.

 

As medidas de precaução nas nossas clínicas

Nas nossas clínicas, os médicos dentistas e a COVID-19 têm uma relação semelhante à dos profissionais americanos. Felizmente, continuamos a ter bons resultados, devido às medidas de segurança e higiene habituais, aliadas às orientações da OMS e DGS.

Apesar de falarmos aqui de um estudo americano, também na Europa, em Portugal e nas nossas clínicas em particular existem procedimentos semelhantes, o que nos permite afirmar que também aqui o risco é reduzido. Aliás, quem estará em risco, caso deixe de vir ao médico dentista, é a sua saúde oral e geral, porque uma visita periódica à clínica é fundamental para manter problemas de várias ordens à distância.

Não perca mais tempo e marque uma consulta de avaliação oral sem custos!