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Saúde

Celebrar o Dia Mundial da Saúde em tempos de pandemia!

By Cátia Aguilar | 07/04/2020

O dia 7 de abril foi escolhido, em 1948, pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para celebrar o Dia Mundial da Saúde. Todos os anos a OMS escolhe um tema que passa a ser uma prioridade na agenda da organização. O objetivo é despertar a consciência a nível mundial sobre a importância de diversos aspetos relacionados com a saúde.

Este ano, independentemente do tema escolhido pela OMS, a saúde está sempre na ordem do dia, devido à pandemia provocada pelo novo coronavírus.

 

Dia Mundial da Saúde 2020 – Enfermeiros e Parteiras

Com o intuito de se reconhecer e apelar ao apoio do trabalho dos enfermeiros e parteiras de todo o mundo, em 2020, a OMS alerta para a importância do seu trabalho através do mote “Nurses and midwives help us live in a happier, healthier world.” – em português, “Enfermeiros e parteiras ajudam-nos a viver num mundo mais feliz e saudável.”

A OMS escolheu este tema com o objetivo de alertar os líderes mundiais para a importância do papel destes profissionais na tarefa de manter o mundo saudável. E, tendo em conta o momento que todos vivemos, a OMS destaca ainda o facto de estes profissionais serem fundamentais no combate à COVID-19, promovendo a qualidade dos tratamentos, o respeito e o cuidado que cada doente merece.

Muitas vezes, são também responsáveis pela ponte entre os serviços de saúde e as comunidades, ajudando a esclarecer dúvidas e medos e, em alguns casos, recolhendo dados para estudos clínicos.

Estamos, naturalmente, a falar do papel de enfermeiros e parteiras a nível global, mas em todos os países e culturas, por muito que haja diferenças e particularidades nas suas áreas de atuação, estas pessoas são fundamentais. E é isso que a OMS faz questão de sublinhar, para que todos estejamos conscientes de como precisamos destes profissionais que, em muitos casos, se colocam em risco por nós. Nem só de médicos são compostos os sistemas de saúde, daí que nesta Dia Mundial da Saúde devamos celebrar o papel de enfermeiros e parteiras.

Esta celebração vai para além do reconhecimento da sua importância e de tentar melhorar as condições de trabalho dos profissionais aos níveis nacionais e global. Uma vez melhoradas as condições de enfermeiros e parteiras, isso refletir-se-á na capacidade de resposta a todos os cidadãos, assegurando que todos, e em todo o lado, recebem os serviços de saúde de que precisam. Promover esta mudança é vital para que se garanta coisas tão básicas como:

  • Cobertura de saúde global
  • Saúde materna e infantil
  • Doenças infeciosas e não transmissíveis, como as doenças mentais
  • Preparação e resposta em casos de emergência
  • Segurança e atendimento integrado do paciente
  • Tratamento centrado na pessoa
  • Entre outros

 

O nosso Serviço Nacional de Saúde

Por muito que nos queixemos, em Portugal, a ninguém são negados os cuidados de saúde de que, eventualmente, se precise. Mas temos consciência de que há muitas coisas a melhorar.

Há anos que os enfermeiros portugueses lutam por melhores condições de trabalho e já assistimos, inclusive, a vários momentos da sua “fuga” do país, em busca de melhores condições. E, se perdemos os nossos profissionais, o SNS fica mais fragilizado, pelo que é importante reconhecer o seu trabalho, porque isso se vai refletir em todos nós!

 

Cuide da sua Saúde

Especialmente para quem está fechado em casa e sem saber o que fazer, o Dia Mundial da Saúde é a data ideal para pensar em como pode cuidar melhor da sua saúde! Há vários aspetos aos quais deve dar atenção

Podíamos falar de muitas mais áreas da saúde, mas vamos ser mais objetivos e mencionar apenas 4 muito gerais, fáceis de compreender e de nos relacionarmos.

 

Saúde mental

A saúde mental é muito importante, até porque pode afetar-nos também fisicamente. Há doenças crónicas do foro neurológico que, mesmo não tendo cura, podem ser acompanhadas, de forma a que se modere ou atrase sintomas.

Doenças psiquiátricas, como a depressão, podem surgir devido ao stress ou outros problemas que tenhamos na vida. E não pense que este problema é “coisa de malucos”. Todos estamos sujeitos a tornarmo-nos vítimas de doenças como esta.

Em qualquer dos casos, é importante estar atento, tomar as devidas precauções, quando as identificamos, e tentar levar um estilo de vida saudável e com o mínimo possível de stress, para não despoletarmos problemas de saúde mental. Há várias coisas que pode fazer, desde exercício físico ao convívio com pessoas positivas e com quem se sinta bem.

 

Saúde física

A saúde física passa muito pelo que comemos e as atividades que praticamos. Fazer exercício físico regularmente é extremamente importante, e não é apenas para nos mantermos em forma. A obesidade, a par com o stress, é um dos grandes problemas de saúde das sociedades modernas. O consumo de alimentos processados e um estilo de vida sedentário são, geralmente, os grandes culpados.

Mas, voltando ao exercício físico, caso ainda não faça parte do seu dia-a-dia, agora será mais fácil de integrar na sua rotina, caso esteja em isolamento. Para além de lhe fazer bem ao corpo, vai refletir-se no seu bem-estar mental.

 

Saúde no prato

Como já mencionámos, uma alimentação equilibrada promove um corpo mais saudável. Há vários estudos que indicam que uma alimentação rica em alimentos processados e, consequentemente, menos saudáveis, aumentam o risco de se ter cancro. O próprio SNS publicou um destaque sobre um estudo elaborado pela OMS, que se debruça sobre o tema.

Mas, para além da obesidade e do cancro, a alimentação afeta muitas outras áreas da nossa saúde. Com a alimentação correta, podemos moderar e controlar sintomas de alergias e intolerâncias, ter uma pele e cabelos mais saudáveis, e até sentir mais energia. Basta que façamos as escolhas certas!

 

Saúde oral

A saúde oral também assume uma importância muito grande. E, como já deve ter percebido, todas estas áreas que mencionámos se relacionam, de uma forma ou de outra. Portanto, se fizer as escolhas alimentares certas, também a pensar na sua saúde oral, tem meio caminho percorrido.

Já sabe que deve evitar doces, refrigerantes, alimentos duros, entre outros alimentos que podem ser perigosos para os dentes, uma vez que podem dar origem a cáries, fraturas e outras complicações.

Mas, para além da alimentação, há hábitos fundamentais para que tenha uma saúde oral impecável: a higiene oral! Se acompanha os nossos artigos, já sabe que reforçamos frequentemente a importância do uso do fio dentário, de escovagens regulares, do raspador de língua, entre outros utensílios que devem fazer parte da sua rotina. E, quando a sua dentição já estiver muito deteriorada, pode sempre optar pela colocação de implantes dentários.

 

Cuidar de si é, também, pensar nos outros!

Especialmente numa altura como a que todos vivemos, e no Dia Mundial da Saúde, devemos pensar de que forma podemos fazer alguma coisa por nós próprios. Podemos evitar várias doenças e complicações, que nos afetam desnecessariamente.

Mas também estaremos a ajudar os profissionais de saúde, que, se nós não tivermos problemas de saúde evitáveis, podem focar-se em arranjar soluções para outros casos que necessitem mais da sua atenção. Portanto, nunca é demais lembrar que todos os profissionais de saúde são importantes.

E, nos tempos que correm, todos têm um papel essencial no combate a um inimigo comum, mas invisível. Por isso, a todos os profissionais de saúde, dirigimos, mais uma vez, um muito obrigado!

 

No meio de tanta informação há algo que é bem verdade: é importante que #FiqueEmCasa! Pode não ser muito fácil, mas é de extrema importância!

Mas apesar de termos as nossas clínicas fechadas, não nos esquecemos de si e de como a sua saúde oral é importante. Por isso, mesmo não podendo estar consigo fisicamente, arranjámos forma de o acompanhar e de esclarecer as suas dúvidas sobre saúde oral, à distância. Durante este período de quarentena, os nossos médicos dentistas podem falar consigo através de videochamada, para esclarecer dúvidas e ajudar a afastar receios que possam existir. Este serviço é seguro, online, não tem custos, e pode falar connosco no conforto do seu lar!

Fale com os nossos médicos dentistas. É online e sem custos!

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Conheça as 4 doenças que podem causar perda dentária!
By Pedro Guedes | 05/01/2021

Vivemos tempos em que, cada vez mais, as pessoas estão preocupadas em cuidar da saúde oral e em prevenir-se contra as doenças e os problemas que afetam a boca. Por isso, hoje falamos de um tema do interesse de muitos: as doenças que causam perda dentária.

Seja por que motivo for, deixar de procurar a ajuda dum médico dentista ou de estar atento a estas doenças pode colocar não só a saúde dos seus dentes em causa, mas também a de todo o corpo.

Por isso, é indispensável saber mais sobre determinadas doenças. Desta forma, salvará dentes, mas também o seu organismo como um todo.

Continue a ler este artigo para saber mais sobre as principais doenças que podem afetar a sua saúde oral e assim evitar que elas se possam tornar um problema, para si ou para as pessoas de quem mais gosta.

 

1 - Placa bacteriana

Não é uma doença, mas pode dar origem a várias! Nada mais é do que a acumulação de restos de alimentos nos dentes e na gengiva. Juntamente com as bactérias orais, solidifica e degrada os dentes.

Caso não seja removida e tratada, a placa bacteriana pode acabar por evoluir para uma cárie, doenças nas gengivas e cálculos dentários, que são algumas das doenças responsáveis pela perda dentária.

 

2 - Cáries

De certeza que conhece várias pessoas que têm ou tiveram cáries, ou até casos em que as cáries levaram à perda dentária!

As cáries estão entre as doenças orais mais comuns em todo o mundo. São causadas por bactérias e desenvolvem-se mais facilmente com a ajuda da placa bacteriana que, em conjunto, transformam os restos de alimentos em ácidos que corroem e destroem, parcial ou totalmente, as estruturas dos dentes.

Progressiva e perigosa, a cárie é uma doença infeciosa que além de poder causar perda dentária, pode provocar dores intensas, sendo necessário remover os nervos do local onde elas atuaram — tratamento de canal.

E o pior é que, se não forem tratadas, podem dar origem a doenças periodontais, muito mais sérias para o seu organismo. Entre as principais causas para a ocorrência das cáries estão uma alimentação rica em açúcar e o uso de alguns medicamentos, como os antibióticos.

 

3 - Periodontite

Cuidar das gengivas também é essencial para prevenir doenças que venham a causar perda dentária, já que são importantes estruturas de sustentação dos dentes.

Entre as doenças gengivais, a mais grave é a periodontite, que é um estado avançado de um quadro de inflamação nas gengivas e nos dentes, devido a uma gengivite que não foi tratada como devia.

Esta doença é fruto de uma infeção bacteriana nos ligamentos, ossos e tecidos que sustentam, apoiam e dão estrutura aos dentes, e podem provocar a perda dentária.

Os principais indícios de que pode ter uma periodontite são:

  • Mau hálito
  • Sensibilidade
  • Retração das gengivas
  • Sangramento das gengivas

 

4 - Diabetes

Surpreendido? Sim, a diabetes também pode afetar a sua saúde oral, porque a glicose em excesso no organismo compromete bastante as gengivas e os dentes, podendo levar à perda dentária.

O elevado nível de açúcar no sangue favorece que bactérias se acumulem nos dentes, o que pode causar vermelhidão e inflamação das gengivas, assim como ocasionar o surgimento de doenças periodontais.

Logo, para se ter a saúde oral em dia, é preciso ter atenção à quantidade de glicose do seu organismo e controlá-la.

 

Falta de manutenção de aparelhos ou Implantes Dentários

Apesar de não ser uma doença dentária, este é um facto importante quando falamos sobre a perda dentária: a falta de manutenção de aparelhos ou de Implantes Dentários.

Sem o devido cuidado e a realização de manutenções periódicas e regulares com o médico dentista, os pacientes que estão a fazer algum tratamento dentário podem vir a ter perda óssea ou dentária, devido à acumulação de bactérias na boca ou de problemas orais.

É preciso estar sempre atento à saúde oral para evitar que as doenças mencionadas lhe tragam dissabores. Além disso, é fundamental ter bons hábitos de higiene e saúde oral, como fazer uso do fio dentário, realizar diariamente a escovagem dos dentes e visitar regularmente um médico dentista, para que seja possível identificar doenças e problemas que causem a perda dentária.

Gostou do nosso artigo sobre as doenças responsáveis pela perda dentária? Então, partilhe-o com os seus amigos e familiares e continue a seguir o nosso blog, para se manter bem informado sobre as doenças e temáticas dentárias.

Saúde Oral
7 mitos e verdades sobre os Implantes Dentários
By Letícia Beilfuss | 22/12/2020

A perda de um ou mais dentes pode causar diversos problemas nas nossas vidas, desde a insatisfação com a aparência, que pode prejudicar a nossa autoestima, até problemas e complicações com a nossa saúde. Hoje, para solucionar esse problema, temos à disposição a tecnologia dos Implantes Dentários, o que nos permite ter mais opções para além das pontes ou próteses dentárias removíveis.

No entanto, algumas pessoas hesitam em fazer este tratamento porque têm algumas dúvidas, medo da dor ou desconhecimento sobre ele. Descubra, agora, os mitos e as verdades sobre os Implantes Dentários:

1. Ao perder um dente, deve colocar um Implante o quanto antes — VERDADE

Com o passar do tempo, o osso do maxilar começa a ser reabsovido pelo organismo. Isso pode inviabilizar a colocação direta de um implante dentário, obrigando à realização de um enxerto ósseo.

 

2. O organismo pode rejeitar o Implante — MITO

O material de que, geralmente, são feitos os implantes dentários (titânio), é biologicamente compatível com o organismo humano. Isto significa que não existe risco de rejeição por parte do seu corpo.

 

3. É possível repor todos os dentes — VERDADE

Através de alguns tratamentos, como é o caso da Reabilitação Oral total Avançada (ROTA®), é possível restaurar todos os dentes.

 

4. Os Implantes Dentários só podem ser colocados nos idosos — MITO

Este tratamento pode ser realizado por qualquer pessoa com mais de 18 anos, idade em que termina o processo de formação dos ossos da face. No entanto, é realizado com mais frequência nos idosos porque, com o avançar da idade, a perda dentária começa a ser mais frequente.

 

5. Qualquer dentista pode colocar Implantes Dentários — MITO

Por ser um tratamento com alguma complexidade, é necessário que o procedimento seja realizado por um médico dentista expert em Implantologia Dentária.

 

6. As outras pessoas conseguem identificar facilmente que eu tenho Implantes Dentários — MITO

Uma das grandes vantagens dos Implantes Dentários e das próteses fixas é a sua semelhança com os dentes naturais, que são reproduzidos pelos protésicos com todos os pormenores, para que sejam fiéis à sua melhor imagem.

 

7. Os Implantes Dentários são muito caros — MITO

No Programa Nacional de Implantes Dentários temos preços acessíveis, comparativamente aos valores praticados no mercado, e temos condições especiais de pagamento, em prestações e sem recurso a entidades bancárias, motivo pelo qual temos ajudado inúmeros portugueses a melhorarem a sua qualidade de vida.

Comece hoje a mudar a sua vida e o seu sorriso!

COVID-19
Médicos dentistas e a COVID-19: que riscos se corre?
By Cátia Aguilar | 02/11/2020

Se acha que já sabe qual é a relação entre os médicos dentistas e a COVID-19, ainda bem que veio aqui parar! Estudos recentes sobre a taxa de médicos dentistas infetados pelo novo coronavírus trouxeram uma nova perspetiva sobre o contágio nas clínicas de Medicina Dentária.

Para si, que tem receio de ir a uma clínica em tempos de pandemia, nada melhor que ler este artigo!

 

Os médicos dentistas e a COVID-19 andam de mãos dadas?

Desde o início da pandemia que se afirmou que os médicos dentistas e a COVID-19 tinham uma “relação próxima”, no sentido em que as clínicas de Medicina Dentária foram vistas como potenciais espaços de propagação do vírus. Mas um estudo recente vem dar-nos outra perspetiva, que facilmente se consegue perceber e fundamentar!

A Healthline — site americano sobre saúde — publicou um artigo sobre um estudo americano através do qual se pôde apurar que menos de 1% dos médicos dentistas em todos os EUA testaram positivo à COVID-19. Mas, afinal, os médicos dentistas e a COVID-19 não estavam tão relacionados?

Efetivamente, no início da pandemia, assumiu-se que os médicos dentistas eram dos profissionais mais expostos ao novo coronavírus, mas este estudo recente da American Dental Association contradiz esta conclusão precipitada. E é muito fácil perceber porquê!

Há várias décadas que as clínicas dentárias têm políticas rígidas de segurança e higiene e, tendo redobrado esses cuidados, em função das diretrizes da OMS (Organização Mundial da Saúde), as práticas de desinfeção ainda se intensificaram mais!

 

Deixar a saúde oral para depois é que prejudica a saúde geral

A American Dental Association tem comunicado publicamente que, mesmo durante a pandemia, é seguro ir às clínicas dentárias! E mais do que seguro, é essencial e ainda mais importante que anteriormente. Passamos a explicar!

A saúde oral sempre foi parte integrante da saúde geral. Não só porque ter uma cárie, dores de dentes, sensibilidade dentária ou outra doença oral nos faz sentir mal, mas também porque um problema dentário pode ser um sinal de outra doença (não necessariamente na cavidade oral) ou afetar a saúde geral. Alguns exemplos são as doenças cardíacas. Está provado que as bactérias que têm origem na boca “viajam” através da corrente sanguínea, até que se instalam em áreas lesionadas do coração, dando origem a inflamações.

 

Quem corre maior risco de contágio por COVID-19?

Comparativamente a outros profissionais de saúde, os médicos dentistas apresentam uma taxa de infeção pela COVID-19 muito mais baixa. Como explicámos acima, um grande fator para estes resultados são os hábitos de limpeza e desinfeção dos diversos espaços das clínicas. Mas ainda temos mais um dado relevante para os pacientes que frequentam as nossas clínicas: se há alguém que corre mais risco é o médico dentista e não o paciente!

Há muito tempo que os médicos dentistas utilizam máscara cirúrgica, óculos, luvas e outros elementos que evitam a disseminação da COVID-19. E, como sabemos, estas máscaras protegem, essencialmente, as pessoas com quem nos cruzamos e não a nós próprios. Ou seja, ao usar máscara, o médico dentista protege-o a si, não a ele próprio!

Segundo o Dr. Joel Gould, os médicos dentistas sempre tiveram uma grande preocupação em controlar infeções e foram pioneiros no uso de “precauções universais” para evitar a propagação de outros tipos de vírus.

 

As medidas de precaução nas nossas clínicas

Nas nossas clínicas, os médicos dentistas e a COVID-19 têm uma relação semelhante à dos profissionais americanos. Felizmente, continuamos a ter bons resultados, devido às medidas de segurança e higiene habituais, aliadas às orientações da OMS e DGS.

Apesar de falarmos aqui de um estudo americano, também na Europa, em Portugal e nas nossas clínicas em particular existem procedimentos semelhantes, o que nos permite afirmar que também aqui o risco é reduzido. Aliás, quem estará em risco, caso deixe de vir ao médico dentista, é a sua saúde oral e geral, porque uma visita periódica à clínica é fundamental para manter problemas de várias ordens à distância.

Não perca mais tempo e marque uma consulta de avaliação oral sem custos!