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Saúde

Como perder o medo de ir ao dentista em 9 passos

By Beatriz Nunes | 08/06/2020

Existem inúmeros motivos para sentir apreensão, ansiedade e até medo de ir ao dentista. Pode acontecer por desconhecimento, más experiências no passado, histórias desagradáveis que pessoas conhecidas lhe tenham contado, entre outros motivos. Para quem tem ansiedade, mesmo sabendo que a maioria dos tratamentos são indolores, só de saber que tem de ir a uma clínica e passar por uma avaliação oral, já é motivo de resistência e para que sinta um grande desconforto.

É importante ter em mente que existe um nível leve de medo e apreensão que não chega a impedir a ida ao Médico Dentista, apenas faz com que se evite ao máximo essa interação. Mas existe um grau mais elevado, caracterizado como patologia, que é a chamada odontofobia. As pessoas que a têm ficam muito tempo sem ir a consultas e fazer tratamentos, o que acaba por prejudicar de forma significativa a sua saúde oral e geral. Nesses casos, é preciso considerar a ajuda profissional e psicológica. 

Seja qual for o seu caso, não desista! Veja abaixo as nossas dicas que o podem ajudar na superação do medo de ir ao dentista.

 

Dicas para perder o medo de ir ao dentista

Livrar-se do medo de ir ao dentista pode ser mais simples do que parece. É comum que esse receio exista muito devido aos preconceitos que temos, desconhecimento sobre a forma como os tratamentos são realizados e algumas más experiências. Como tudo na vida, é um processo! Para se libertar, é preciso entender e ter algumas informações em consideração. Algumas ações simples podem ajudar no processo de perder o medo de ir ao dentista e fazer com que não deixe de cuidar da sua saúde oral! Ora veja.

 

1. Música

Para tornar os procedimentos dentários mais tranquilos e para que se consiga sentar na cadeira do consultório com mais tranquilidade, ouça música de que goste. Se o seu médico dentista não tiver onde ouvir, pergunte se pode meter música a tocar no seu telemóvel, ou use fones. Muitas pessoas sentem-se mais relaxadas ao ouvir música clássica e de meditação. Experimente!

 

2. Respiração

Está comprovado que uma respiração profunda e correta pode trazer inúmeros benefícios para o nosso corpo e mente. Por isso, quando estiver na altura de ir a uma consulta com o seu médico dentista, experimente fazer exercícios de respiração, antes de ir para a clínica, enquanto espera para entrar na sala e até durante os tratamentos ou consultas. Isso fará que com que se acalme e se sinta mais seguro, superando aos poucos o medo de ir ao dentista.

 

3. Conheça bem a clínica

Conhecer o ambiente e os profissionais que trabalham na clínica na qual pretende realizar os seus tratamentos é fundamental para perder o medo de ir ao dentista. A avaliação oral pode ajudar nesse processo de conhecimento. Esteja atento ao atendimento que recebe e verifique se encontra um ambiente médico profissional.

 

4. Tire as suas dúvidas

Nunca venha embora da clínica com dúvidas sobre os tratamentos que precisa de realizar. Peça ao seu médico dentista que lhe explique cada passo do procedimento. Além de tirar as suas dúvidas pessoalmente, pode ler sobre as soluções dentárias disponíveis, para que não restem dúvidas sobre a sua saúde oral. Se a sua clínica tiver conteúdos publicados na internet, aproveite para se inteirar também por essa via. O PNID dispõe de um blog repleto de matérias interessantes sobre saúde oral e outros assuntos relacionados com a qualidade de vida. Aposto que vai se surpreender com tanta informação e já ficar mais tranquilo sobre os tratamentos."> O PNID, por exemplo, dispõe de um blog repleto de artigos interessantes sobre saúde oral e outros temas relacionados com a qualidade de vida. Aposto que vai ficar surpreendido com tanta informação e já se vai sentir mais tranquilo em relação aos tratamentos.

Leia também: As dúvidas mais comuns em Implantologia

 

5. Procure testemunhos

O boca-a-boca mudou! Antigamente só sabíamos e tínhamos conhecimento das experiências das pessoas mais próximas. Hoje, com a internet, podemos descobrir as experiências e histórias de pessoas que nem conhecemos! Aproveite esse recurso para conhecer relatos de pessoas que passaram pela sua situação. Com histórias semelhantes, pode verificar o que foi feito, como a pessoa se sentiu e como é que correu a experiência. Essas histórias de sucesso, que mostram como os tratamentos mudaram as vidas das pessoas, podem fazer com que se sinta mais motivado para realizar determinados procedimentos e, quem sabe, perceber que não há motivos para sentir medo de ir ao dentista! 

Leia também: (matéria da Bia sobre enfrentar seus medos que ainda não está publicada)

 

6. Fale sobre os seus medos

Fale sobre os seus medos e ansiedades. Ao "deitar cá para fora" as nossas ânsias, muitos dos nossos receios desaparecem, ou tornam-se menos relevantes.

Há muitos benefícios em falar com o seu médico dentista, por é esse profissional que poderá responder às suas dúvidas e explicar, de acordo com o seu medo, os motivos pelos quais se pode sentir tranquilo. Fale também com os seus amigos e, se já tem acompanhamento psicológico, partilhe os seus receios também com o seu terapeuta.

 

7. Faça visitas regulares ao médico dentista

Quando a ida ao dentista se torna em algo natural, começa a habituar-se à ideia e a encará-la como uma situação normal e necessária. Assim, acaba por confiar mais nos profissionais que o acompanham. Também por isso, é importante seguir as recomendações das visitas ao seu médico dentista de seis em seis meses, para o check-up dentário. Isso ajuda muito no processo de perder o medo de ir ao dentista!

 

8. Combine sinais com o seu médico dentista

Antes de começar um procedimento, combine alguns sinais com o seu médico dentista. Esta técnica simples pode ser particularmente útil, já que alguns procedimentos nos impedem de nos comunicarmos verbalmente. Combine sinais para "dizer" que sente dor ou que precisa de cuspir, por exemplo. Sinais como levantar a mão, franzir as sobrancelhas e acenar negativa ou positivamente vão-lhe dar mais segurança e ajudar no processo de perder o medo de ir ao dentista.

 

9. Comemore as suas conquistas

Conseguiu ir ao seu médico dentista sem sentir medo? Vale a pena comemorar! Depois de conseguir ir ao médico dentista (mesmo com medo), faça algo que lhe dê prazer. Afinal, merece e o seu cérebro identificará esse prazer como uma recompensa, passando a associar a ida ao dentista a uma situação agradável.

 

Estamos aqui para o que precisar

Há muitas razões para confiar no PNID. Em 10 anos, já contamos com mais de 40.000 casos de sucesso em tratamentos com Implantes Dentários. Durante este período, foram verificados casos diferentes, dos mais simples aos mais complexos, sendo que, para cada um, oferecemos um tratamento especial, exclusivo e indolor. 

Acredite que não está sozinho! Pode contar com os nossos profissionais para tirar todas as suas dúvidas e superar o seu medo de ir ao dentista. Além de ter disponíveis todos os artigos no agendar uma consulta de avaliação oral sem custos, para poder conhecer a nossa clínica mais perto de si! 

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Conheça as 4 doenças que podem causar perda dentária!
By Pedro Guedes | 05/01/2021

Vivemos tempos em que, cada vez mais, as pessoas estão preocupadas em cuidar da saúde oral e em prevenir-se contra as doenças e os problemas que afetam a boca. Por isso, hoje falamos de um tema do interesse de muitos: as doenças que causam perda dentária.

Seja por que motivo for, deixar de procurar a ajuda dum médico dentista ou de estar atento a estas doenças pode colocar não só a saúde dos seus dentes em causa, mas também a de todo o corpo.

Por isso, é indispensável saber mais sobre determinadas doenças. Desta forma, salvará dentes, mas também o seu organismo como um todo.

Continue a ler este artigo para saber mais sobre as principais doenças que podem afetar a sua saúde oral e assim evitar que elas se possam tornar um problema, para si ou para as pessoas de quem mais gosta.

 

1 - Placa bacteriana

Não é uma doença, mas pode dar origem a várias! Nada mais é do que a acumulação de restos de alimentos nos dentes e na gengiva. Juntamente com as bactérias orais, solidifica e degrada os dentes.

Caso não seja removida e tratada, a placa bacteriana pode acabar por evoluir para uma cárie, doenças nas gengivas e cálculos dentários, que são algumas das doenças responsáveis pela perda dentária.

 

2 - Cáries

De certeza que conhece várias pessoas que têm ou tiveram cáries, ou até casos em que as cáries levaram à perda dentária!

As cáries estão entre as doenças orais mais comuns em todo o mundo. São causadas por bactérias e desenvolvem-se mais facilmente com a ajuda da placa bacteriana que, em conjunto, transformam os restos de alimentos em ácidos que corroem e destroem, parcial ou totalmente, as estruturas dos dentes.

Progressiva e perigosa, a cárie é uma doença infeciosa que além de poder causar perda dentária, pode provocar dores intensas, sendo necessário remover os nervos do local onde elas atuaram — tratamento de canal.

E o pior é que, se não forem tratadas, podem dar origem a doenças periodontais, muito mais sérias para o seu organismo. Entre as principais causas para a ocorrência das cáries estão uma alimentação rica em açúcar e o uso de alguns medicamentos, como os antibióticos.

 

3 - Periodontite

Cuidar das gengivas também é essencial para prevenir doenças que venham a causar perda dentária, já que são importantes estruturas de sustentação dos dentes.

Entre as doenças gengivais, a mais grave é a periodontite, que é um estado avançado de um quadro de inflamação nas gengivas e nos dentes, devido a uma gengivite que não foi tratada como devia.

Esta doença é fruto de uma infeção bacteriana nos ligamentos, ossos e tecidos que sustentam, apoiam e dão estrutura aos dentes, e podem provocar a perda dentária.

Os principais indícios de que pode ter uma periodontite são:

  • Mau hálito
  • Sensibilidade
  • Retração das gengivas
  • Sangramento das gengivas

 

4 - Diabetes

Surpreendido? Sim, a diabetes também pode afetar a sua saúde oral, porque a glicose em excesso no organismo compromete bastante as gengivas e os dentes, podendo levar à perda dentária.

O elevado nível de açúcar no sangue favorece que bactérias se acumulem nos dentes, o que pode causar vermelhidão e inflamação das gengivas, assim como ocasionar o surgimento de doenças periodontais.

Logo, para se ter a saúde oral em dia, é preciso ter atenção à quantidade de glicose do seu organismo e controlá-la.

 

Falta de manutenção de aparelhos ou Implantes Dentários

Apesar de não ser uma doença dentária, este é um facto importante quando falamos sobre a perda dentária: a falta de manutenção de aparelhos ou de Implantes Dentários.

Sem o devido cuidado e a realização de manutenções periódicas e regulares com o médico dentista, os pacientes que estão a fazer algum tratamento dentário podem vir a ter perda óssea ou dentária, devido à acumulação de bactérias na boca ou de problemas orais.

É preciso estar sempre atento à saúde oral para evitar que as doenças mencionadas lhe tragam dissabores. Além disso, é fundamental ter bons hábitos de higiene e saúde oral, como fazer uso do fio dentário, realizar diariamente a escovagem dos dentes e visitar regularmente um médico dentista, para que seja possível identificar doenças e problemas que causem a perda dentária.

Gostou do nosso artigo sobre as doenças responsáveis pela perda dentária? Então, partilhe-o com os seus amigos e familiares e continue a seguir o nosso blog, para se manter bem informado sobre as doenças e temáticas dentárias.

Saúde Oral
7 mitos e verdades sobre os Implantes Dentários
By Letícia Beilfuss | 22/12/2020

A perda de um ou mais dentes pode causar diversos problemas nas nossas vidas, desde a insatisfação com a aparência, que pode prejudicar a nossa autoestima, até problemas e complicações com a nossa saúde. Hoje, para solucionar esse problema, temos à disposição a tecnologia dos Implantes Dentários, o que nos permite ter mais opções para além das pontes ou próteses dentárias removíveis.

No entanto, algumas pessoas hesitam em fazer este tratamento porque têm algumas dúvidas, medo da dor ou desconhecimento sobre ele. Descubra, agora, os mitos e as verdades sobre os Implantes Dentários:

1. Ao perder um dente, deve colocar um Implante o quanto antes — VERDADE

Com o passar do tempo, o osso do maxilar começa a ser reabsovido pelo organismo. Isso pode inviabilizar a colocação direta de um implante dentário, obrigando à realização de um enxerto ósseo.

 

2. O organismo pode rejeitar o Implante — MITO

O material de que, geralmente, são feitos os implantes dentários (titânio), é biologicamente compatível com o organismo humano. Isto significa que não existe risco de rejeição por parte do seu corpo.

 

3. É possível repor todos os dentes — VERDADE

Através de alguns tratamentos, como é o caso da Reabilitação Oral total Avançada (ROTA®), é possível restaurar todos os dentes.

 

4. Os Implantes Dentários só podem ser colocados nos idosos — MITO

Este tratamento pode ser realizado por qualquer pessoa com mais de 18 anos, idade em que termina o processo de formação dos ossos da face. No entanto, é realizado com mais frequência nos idosos porque, com o avançar da idade, a perda dentária começa a ser mais frequente.

 

5. Qualquer dentista pode colocar Implantes Dentários — MITO

Por ser um tratamento com alguma complexidade, é necessário que o procedimento seja realizado por um médico dentista expert em Implantologia Dentária.

 

6. As outras pessoas conseguem identificar facilmente que eu tenho Implantes Dentários — MITO

Uma das grandes vantagens dos Implantes Dentários e das próteses fixas é a sua semelhança com os dentes naturais, que são reproduzidos pelos protésicos com todos os pormenores, para que sejam fiéis à sua melhor imagem.

 

7. Os Implantes Dentários são muito caros — MITO

No Programa Nacional de Implantes Dentários temos preços acessíveis, comparativamente aos valores praticados no mercado, e temos condições especiais de pagamento, em prestações e sem recurso a entidades bancárias, motivo pelo qual temos ajudado inúmeros portugueses a melhorarem a sua qualidade de vida.

Comece hoje a mudar a sua vida e o seu sorriso!

COVID-19
Médicos dentistas e a COVID-19: que riscos se corre?
By Cátia Aguilar | 02/11/2020

Se acha que já sabe qual é a relação entre os médicos dentistas e a COVID-19, ainda bem que veio aqui parar! Estudos recentes sobre a taxa de médicos dentistas infetados pelo novo coronavírus trouxeram uma nova perspetiva sobre o contágio nas clínicas de Medicina Dentária.

Para si, que tem receio de ir a uma clínica em tempos de pandemia, nada melhor que ler este artigo!

 

Os médicos dentistas e a COVID-19 andam de mãos dadas?

Desde o início da pandemia que se afirmou que os médicos dentistas e a COVID-19 tinham uma “relação próxima”, no sentido em que as clínicas de Medicina Dentária foram vistas como potenciais espaços de propagação do vírus. Mas um estudo recente vem dar-nos outra perspetiva, que facilmente se consegue perceber e fundamentar!

A Healthline — site americano sobre saúde — publicou um artigo sobre um estudo americano através do qual se pôde apurar que menos de 1% dos médicos dentistas em todos os EUA testaram positivo à COVID-19. Mas, afinal, os médicos dentistas e a COVID-19 não estavam tão relacionados?

Efetivamente, no início da pandemia, assumiu-se que os médicos dentistas eram dos profissionais mais expostos ao novo coronavírus, mas este estudo recente da American Dental Association contradiz esta conclusão precipitada. E é muito fácil perceber porquê!

Há várias décadas que as clínicas dentárias têm políticas rígidas de segurança e higiene e, tendo redobrado esses cuidados, em função das diretrizes da OMS (Organização Mundial da Saúde), as práticas de desinfeção ainda se intensificaram mais!

 

Deixar a saúde oral para depois é que prejudica a saúde geral

A American Dental Association tem comunicado publicamente que, mesmo durante a pandemia, é seguro ir às clínicas dentárias! E mais do que seguro, é essencial e ainda mais importante que anteriormente. Passamos a explicar!

A saúde oral sempre foi parte integrante da saúde geral. Não só porque ter uma cárie, dores de dentes, sensibilidade dentária ou outra doença oral nos faz sentir mal, mas também porque um problema dentário pode ser um sinal de outra doença (não necessariamente na cavidade oral) ou afetar a saúde geral. Alguns exemplos são as doenças cardíacas. Está provado que as bactérias que têm origem na boca “viajam” através da corrente sanguínea, até que se instalam em áreas lesionadas do coração, dando origem a inflamações.

 

Quem corre maior risco de contágio por COVID-19?

Comparativamente a outros profissionais de saúde, os médicos dentistas apresentam uma taxa de infeção pela COVID-19 muito mais baixa. Como explicámos acima, um grande fator para estes resultados são os hábitos de limpeza e desinfeção dos diversos espaços das clínicas. Mas ainda temos mais um dado relevante para os pacientes que frequentam as nossas clínicas: se há alguém que corre mais risco é o médico dentista e não o paciente!

Há muito tempo que os médicos dentistas utilizam máscara cirúrgica, óculos, luvas e outros elementos que evitam a disseminação da COVID-19. E, como sabemos, estas máscaras protegem, essencialmente, as pessoas com quem nos cruzamos e não a nós próprios. Ou seja, ao usar máscara, o médico dentista protege-o a si, não a ele próprio!

Segundo o Dr. Joel Gould, os médicos dentistas sempre tiveram uma grande preocupação em controlar infeções e foram pioneiros no uso de “precauções universais” para evitar a propagação de outros tipos de vírus.

 

As medidas de precaução nas nossas clínicas

Nas nossas clínicas, os médicos dentistas e a COVID-19 têm uma relação semelhante à dos profissionais americanos. Felizmente, continuamos a ter bons resultados, devido às medidas de segurança e higiene habituais, aliadas às orientações da OMS e DGS.

Apesar de falarmos aqui de um estudo americano, também na Europa, em Portugal e nas nossas clínicas em particular existem procedimentos semelhantes, o que nos permite afirmar que também aqui o risco é reduzido. Aliás, quem estará em risco, caso deixe de vir ao médico dentista, é a sua saúde oral e geral, porque uma visita periódica à clínica é fundamental para manter problemas de várias ordens à distância.

Não perca mais tempo e marque uma consulta de avaliação oral sem custos!